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Farioli não regressou a casa durante a época, nem nas pausas internacionais

Treinador do FC Porto afirma dedicação total ao clube, sem viagens a Itália durante a época, e reforça relação com André Villas-Boas

Treino aberto do FC Porto com Farioli ao leme
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  • Francesco Farioli não voltou a Itália desde que chegou ao FC Porto para a época 2025/26.
  • Em entrevista ao TuttoMercatoWeb, o técnico disse que não pensa em treinar na Série A e que a vida tem girado quase integralmente em torno do Porto, incluindo as pausas internacionais.
  • Valoriza a relação forte com o presidente André Villas-Boas, afirmando que é difícil imaginar treinar outro clube que não o FC Porto.
  • Sobre o futebol italiano, diz que a Itália mantém muita cultura tática e técnica, mas que o futebol europeu está a mudar rapidamente, exigindo estruturas modernas, continuidade e elevada capacidade de adaptação.

Francesco Farioli tem estado totalmente dedicado ao FC Porto na temporada 2025/26, não regressando à Itália desde a chegada ao clube. O técnico decidiu manter o foco no projeto dos azuis e brancos, em detrimento de viagens ao seu país.

Em entrevista ao TuttoMercatoWeb, o treinador afirmou que não considera voltar a treinar na Serie A num futuro próximo. A vida dele tem gravitado em torno do Porto, com longos períodos no estrangeiro, o que tem sido uma experiência profissional e pessoal marcante.

Farioli destacou a forte ligação com o presidente André Villas-Boas, sublinhando que, ao longo da sua passagem pelo Porto, construiu uma relação estável e um entendimento sobre o estilo de jogo e a visão do clube. Reforçou que é difícil imaginar orientar outo clube além do Porto neste momento.

Perspectivas sobre o futebol italiano

O técnico valorizou a identificação cultural, emocional e desportiva com o Porto e com a cidade. Sobre a Itália, reconheceu a riqueza da cultura tática e técnica, mas apontou que o futebol europeu está a mudar rapidamente, exigindo estruturas mais modernas, continuidade de projetos, alta intensidade e grande capacidade de adaptação.

Afirmou que a perceção externa é de que o sistema italiano, por vezes, demora a abraçar mudanças. Defendeu a importância de combinar treinadores jovens com profissionais experientes, mantendo o país competitivo no plano técnico e no de jogadores.

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