- Pep Guardiola pode abandonar o Manchester City no final desta época, segundo várias fontes da imprensa internacional.
- O jogo frente ao Aston Villa, no domingo, poderá ser o último do treinador espanhol no comando do clube.
- A BBC e o Guardian indicam que o clube ainda não confirmou a saída e que Guardiola tem contrato para o próximo ano.
- Enzo Maresca surge como um dos nomes apontados para substituí-lo, caso a saída se confirme.
- Durante o tempo no City, Guardiola conquistou seis títulos da Premier League e uma Liga dos Campeões.
Pep Guardiola deverá abandonar o Manchester City no final da presente época, avançam várias fontes internacionais. O jornalismo britânico aponta que o treinador espanhol pode fechar o ciclo iniciado em 2016/17 sem deixar o cargo antes de terminar a liga atual.
Segundo relatórios da BBC, o City ainda não confirmou a conclusão da passagem de Guardiola, que tem contrato para o próximo ano. A notícia sustenta que a direção mantém a esperança de que o treinador continue à frente do plantel na próxima temporada.
O Guardian confirma que o clube não anunciou oficialmente a saída, mas refere que as conversas sobre o desfecho da relação laboral já estão a decorrer internamente e com os responsáveis estratégicos do emblema.
O Daily Mail acrescenta que o jogo frente ao Aston Villa, marcado para este domingo, pode ser o último de Guardiola ao leme do City. A reportagem também sugere que informações sobre a saída já terão já chegado aos patrocinadores do clube.
Entre os nomes apontados para suceder Guardiola surge Enzo Maresca, antigo treinador do Chelsea, como uma das opções mais fortes a suceder no comando da equipa. O técnico italiano tem sido considerado por analistas do meio como uma hipótese viável, face ao historial de sucesso do City.
Desde a chegada de Guardiola, o City já ganhou seis títulos da Premier League e uma Liga dos Campeões. O Espanhol está à frente da equipa há quase uma década, moldando o estilo e a estratégia do clube.
Em novembro de 2024, Guardiola renovou o vínculo por dois anos, numa decisão descrita pelo Guardian como necessária em função de dificuldades do clube na altura. A garantia de continuidade foi apresentada pelo técnico como forma de assegurar estabilidade, ainda que reconhecesse obstáculos recentes.
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