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Grande Prémio JN reforça emoção ao unir territórios e apostar no espetáculo

Percurso variado do Grande Prémio JN mantém a luta pela camisola amarela até ao contrarrelógio de 15,8 km na Maia

A iniciativa decorreu na Maia
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  • Cinco dias de corrida com um percurso pensado para manter a luta pela camisola amarela aberta até ao contrarrelógio decisivo na Maia.
  • O Grande Prémio JN reforça a ligação ao território, apresentando-se como uma prova popular e de acesso gratuito.
  • A abertura funciona a 10 de junho, em Viana do Castelo, numa etapa de 149,2 quilómetros com chegada rápida na Praia Norte.
  • A segunda etapa é em Famalicão, com 147,5 quilómetros, passagem por concelhos do Minho, e a terceira etapa em Gondomar e Valongo, com subidas curtas; a tirada mais longa é de 171,1 quilómetros em Valongo.
  • A decisão final acontece na Maia, com um contrarrelógio individual de 15,8 quilómetros no centro urbano.

O Grande Prémio JN começa a agarrar a emoção ao longo de cinco dias de corrida, mantendo a camisola amarela em aberto até ao contrarrelógio decisivo na Maia. A edição deste ano visa combinar competitividade com ligação ao território, num espetáculo popular de ciclismo.

A apresentação oficial, realizada na Maia, destacou o carácter popular da modalidade e a acessibilidade da corrida, que pode ser acompanhada gratuitamente. O jornal pretende manter a ligação entre o evento e as comunidades locais.

As etapas são, de início, desenhadas para manter a incerteza na classificação até ao fim. O traçado alterna etapas favoráveis aos sprinters com jornadas de média montanha e o contrarrelógio individual na Maia, decisivo para o desfecho.

A primeira tirada abre em 10 de junho, com início em Viana do Castelo e chegada na Praia Norte, após 149,2 quilómetros que percorrem o Alto Minho. A segunda etapa segue para Famalicão, com 147,5 quilómetros e passagem por concelhos do Minho.

A corrida continua em Gondomar e Valongo, onde a exigência aumenta. A terceira etapa, junto ao Douro, traz subidas curtas e inclinadas que poderão desequilibrar a geral. Valongo recebe a etapa mais longa, com 171,1 quilómetros.

Maia: a decisão no contrarrelógio

O último dia reserva o contrarrelógio individual de 15,8 quilómetros no centro da Maia, suficiente para alterar a classificação geral e manter a corrida em aberto até ao momento final.

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