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Cicinho recorda excessos na Roma: bebeu 70 cervejas e 15 caipirinhas

Cicinho revela que o álcool o acompanhou desde os 13 anos; em Roma chegou a beber 70 cervejas e 15 caipirinhas num só dia, e vive hoje recuperação

Cicinho recorda dia de excessos em Roma
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  • Cicinho, antigo lateral direito, afastou-se do futebol em 2018 e revelou problemas com álcool que o acompanharam desde cedo.
  • Começou aos treze anos, bebia muito ao longo da carreira e, mesmo com treino no dia seguinte, não resistia a sair à noite.
  • No Real Madrid, bebia na casa com amigos e chegava a treinar embriagado; o técnico não suspeitava de nada, segundo o jogador.
  • Em Roma, após romper o joelho em dois mil e nove, admitiu ter exagerado e melhor recorde foi de setenta cervejas e quinze caipirinhas num só dia, além de fumar dois maços.
  • Hoje, com apoio da mulher, fez terapia, encontrou sentido na vida e celebra cultos; planeia o casamento de dois amigos brasileiros em Itália e mantém a fé em Deus.

Cicinho, antigo lateral direito de 45 anos, falou abertamente sobre os abusos de álcool que marcaram parte da sua carreira. A revelação surge numa entrevista à Gazzetta dello Sport, publicada este fim de semana.

O jogador, retirado do futebol desde 2018, recorda que o álcool o acompanhou desde a adolescência. Iniciou o consumo aos 13 anos e, ao longo dos anos, o consumo aumentou, mesmo em períodos de treino intenso ou competição.

Entre as épocas mais marcantes, cita o período no Botafogo, em 2001, quando chegou a consumir grandes quantidades de bebida diariamente. Também fumou tabaco a partir dos 17 anos, mantendo a ambição de chegar ao topo do futebol.

A seguir veio o Real Madrid, onde o habitual comportamento era de festas em casa, com bebidas entre amigos. Apesar disso, reconhece ter treinado sob o efeito do álcool em vários momentos, sem que os treinadores suspeitassem.

Em 2007, transferiu-se para a Roma, após uma chamada de Totti. Inicialmente, manteve uma relação menos descontrolada com a noite, mas a partir de 2009 o problema agravou-se após uma lesão no joelho e uma depressão não reconhecida na altura.

Em Roma, chegou a estabelecer o seu recorde de consumo num único dia: 70 cervejas e 15 caipirinhas, acompanhados de tabaco. Este período coincidiu com uma fase de excessos, que o afastaram do dormir bem e o levaram a treinos já em estado menos estável.

Foi em 2012 que a separação entre a vida profissional e pessoal começou a ganhar pores de mudança. Com o apoio da mulher, Cicinho iniciou terapia e deu início a um processo de recuperação.

Atualmente, o.

o ex-jogador afirma ter reencontrado o equilíbrio e a fé. Detalha que passou a celebrar o culto e a falar abertamente sobre a história de Jesus, planeando inclusivamente celebrar o casamento de dois amigos em Itália no próximo ano.

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