- Cláudio Ramos está pela sexta época consecutiva como suplente de luxo na baliza do FC Porto.
- Exibições menos conseguidas no Vitória e no Aves não abalaram a confiança interna nele.
- A ideia dominante na sua carreira é manter-se na sombra, mesmo quando brilha quem o antecede.
- Chegou ao FC Porto em 2020/21, com Marchesín e depois Diogo Costa a ocuparem a titularidade.
- A temporada que vai terminar não é exceção a essa condição de suplente.
Pela sexta época consecutiva, Cláudio Ramos continua como suplente de luxo na baliza do FC Porto. O guarda-redes tem mantido a posição de reserva, mesmo diante de exibições menos conseguidas com o Vitória e o Aves.
A trajetória de Ramos no Dragão é marcada pelo brilho de quem o precedeu. Primeiro Marchesín, depois Diogo Costa, nomes que elevaram o nível competitivo. Ramos chegou ao clube em 2020/21 e permanece na sombra desde então.
O papel do jogador tem sido o de manter-se disponível e competitivo, sem comprometer o equilíbrio entre os vogais da baliza. A temporada está quase a terminar, mas a posição no plantel mantém-se estável, segundo fontes internas.
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