- Gabri Veiga saiu do Al Ahli para o FC Porto no verão passado e ajudou o clube a conquistar o título nacional nesta época.
- Em entrevista ao jornal espanhol As, o criativo elogiou o treinador Francesco Farioli, descrevendo-o como muito metódico e destacando o papel da equipa na implementação das ideias do técnico.
- Veiga destacou a importância da liberdade sem bola, da pressão e da disciplina táctica, apontando que evoluiu ao tornar-se um jogador mais completo, com seis remates certeiros e treze assistências.
- Respondendo a críticas pela saída para a Arábia Saudita, o jogador afirmou não se arrepender e enfatizou a importância da empatia e do apoio da família.
- O atleta também comentou a morte de Jorge Costa, afirmando que o trágico episódio no centro de treinos foi o momento de viragem da temporada, e comentou as arbitragens em Portugal, dizendo sentir a competição com mais intensidade.
Gabri Veiga, jogador espanhol do FC Porto, analisa a temporada após chegar do Al Ahli no verão passado e destacar-se como campeão nacional. Em entrevista ao jornal AS, o criativo explicou o impacto do treinador Francesco Farioli na equipa azul e branca.
Veiga descreveu o novo método de trabalho como muito metódico, com reuniões frequentes e organização clara. Revelou que, apesar de ocupar uma posição de criação, houve liberdade para movimentação e para disputar duelos, com foco na pressão, recuperação e ligação entre colegas.
O médio admitiu que gostaria de ter marcado mais, mas atingiu a melhor temporada de sempre em termos estatísticos, com seis remates certeiros e 13 assistências. Encarou ainda críticas passadas sobre a mudança para a Arábia Saudita, dizendo que a decisão foi tomada com a família e que não se arrepende.
Desempenho e método de Farioli
Veiga elogiou a organização tática do treinador italiano, destacando a importância das rotinas para a evolução coletiva e a compreensão do jogo. A nível de posição, apontou que o trio de ataque com Rodrigo Mora e os médios mais recuados funcionou como uma engrenagem equilibrada.
Ao falar sobre a temporada, o jogador referiu que a morte de Jorge Costa, ocorrida no Centro de Treinos, atuou como ponto de viragem, fortalecendo a união do grupo. Considerou esse momento determinante para manter o foco e a continuidade do projeto.
Confrontos com arbitragem e aspirações internacionais
Veiga comentou as arbitragens em Portugal, dizendo que o ritmo é diferente do que se verifica em ligas como a espanhola, com maior intensidade, mas defendeu que o respeito é essencial para manter a motivação. Deixou ainda claro que não vê a ausência na pré-convocatória da seleção espanhola para o Mundial 2026 como uma desilusão, mantendo o foco no FC Porto.
Entre na conversa da comunidade