- O Arsenal cobra 859 libras por bilhete a cada funcionário que quiser ver ao vivo a final da Champions, com bilhete não transmissível.
- O PSG vai suportar as despesas dos seus cerca de 500 funcionários, conforme anunciado.
- O preço foi definido por uma entidade parceira do Arsenal, não pelo clube, o que gerou desagrado pela forma de gestão.
- Os voos marcados para o dia da final saem de manhã de Luton e regressam logo após o jogo; viajar por conta própria é uma opção, mas pode afetar a presença no dia seguinte.
- A final envolve Arsenal e PSG; a situação envolve custos e organização de deslocação para os funcionários.
Funcionários do Arsenal ficaram surpreendidos e desapontados com a forma como o clube geriu a mobilização para a final da Liga dos Campeões. O organismo foi informado de que o Arsenal pretende cobrar aos funcionários 859 libras (cerca de 1000 euros) por um pacote de viagem não reembolsável, a cobrir apenas o bilhete.
Segundo a Telegraph Sport, a oferta contempla parte das despesas de viagens em charters Londres-Budapeste, com os bilhetes não transmissíveis incluídos no preço. A decisão não parte da própria direção, mas de uma entidade parceira encarregue de fechar o pacote.
A opção de viajar nos voos programados para o dia da final visa facilitar a presença em Londres para o dia seguinte, seja para trabalho ou para celebrar. Os dois voos previstas partem de Luton de manhã e regressam logo após o encontro.
Enquanto o PSG anunciou que vai pagar as despesas de todos os seus cerca de 500 funcionários, o Arsenal optou por cobrar aos seus colaboradores, o que gerou descontentamento entre quem pretende apoiar a equipa na final.
Caso os funcionários prefiram viajar por conta própria, ficam sujeitos a possíveis custos adicionais para chegar a Londres a tempo da final ou a necessidades de presença no dia seguinte para atividades relacionadas com o evento.
Fonte: Telegraph Sport refere a posição do Arsenal e as negociações com a empresa parceira na organização do pacote. A recorda que o PSG já comunicou apoio financeiro direto aos seus trabalhadores.
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