- Afonso Eulálio, 24 anos, da Figueira da Foz, tornou-se líder da Volta a Itália ao terminar a quinta etapa em segundo lugar, em Potenza.
- O ciclista da Bahrain caiu aos 6,5 km do fim, mas manteve-se na corrida e passou a liderar a classificação geral com 2,51 minutos de vantagem sobre o segundo classificado.
- Eulálio integrou a fuga do dia e, na Montagna Grande di Viggiano (6,6 km a 9,2%), dividiu esforços com Igor Arrieta; Arrieta acabou por vencer a etapa ao sprint, depois de ter deixado o luso isolado a 2 km do fim.
- O pelotão favorito chegou a 7 minutos e 13 segundos da vitória, com Eulálio a subir 30 posições na geral.
- A próxima etapa é plana, mas o primeiro teste real à liderança surge na sexta-feira, na primeira etapa de alta montanha até ao Blockhaus (244 km no total).
Afonso Eulálio, ciclista da Figueira da Foz, tornou-se o novo líder da Volta a Itália após a quinta etapa. O camisola laranja-subiu à segunda posição na tirada e assume a liderança da classificação geral, 2,51 minutos à frente do segundo classificado.
Sob chuva intensa e granizo, a fuga do dia foi formada entre diferentes equipes, com apenas Eulálio e Igor Arrieta (Emirates) a manterem-se na frente na Montagna Grande di Viggiano, uma subida de 6,6 km a 9,2% de inclinação.
Perto do final, Arrieta caiu a 12 km do fim, e Eulálio caiu a 6,5 km. A 2 km do final, Arrieta deixou o percurso, mas o espanhol ainda chegou à frente para vencer o sprint, mantendo Eulálio em segundo na etapa.
Liderança e classificação
O grupo de favoritos chegou a mais de sete minutos do vencedor. Na geral, Eulálio subiu 30 posições e passa a ter 2,51 minutos de vantagem sobre o 2.º colocado, Igor Arrieta, vencedor da etapa.
A nível técnico, o jovem estreante na Volta associou-se à equipa Bahrain ao longo da corrida, superando adversários na luta pela camisola rosa. O palmarés de Eulálio no ciclismo internacional inclui passagens pela Glassdrive e Feirense, antes de alcançar este marco na prova italiana.
Perspetivas da corrida
A etapa seguinte, 244 quilómetros, é a mais longa do Giro, com a meta em Blockhaus, uma subida de 13,6 km a 8,4%. A tirada será totalmente plana até o ascender do dia seguinte, que trará o primeiro teste significativo à liderança.
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