- O Amarante garantiu a subida inédita à segunda liga, 24 horas após o feito.
- O clube aponta a criação de uma Sociedade Desportiva Unipessoal por Quotas (SDUQ) como requisito para competir em ligas profissionais.
- Foi convocada uma assembleia geral para a próxima segunda-feira, para deliberar sobre o tema.
- A assembleia envolve os associados do clube da região do Tâmega e Sousa.
- A decisão é necessária para a participação do clube em competições profissionais.
Vinte e quatro horas depois de assegurar a subida inédita à 2.ª Liga, os responsáveis do Amarante já olham para o futuro. O clube prepara o caminho para poder competir em competições profissionais, com a criação de uma SDUQ – Sociedade Desportiva Unipessoal por Quotas.
Essa estrutura jurídica é apresentada como obrigatória para participação nas competições profissionais, segundo os atuais planos do clube do Tâmega e Sousa. A decisão envolve a formação de uma nova entidade que ficará responsável pela gestão desportiva.
Foi marcada para a próxima segunda-feira uma assembleia geral, onde os associados poderão pronunciar-se sobre a SDUQ e os passos subsequentes. O objetivo é abrir caminho institucional para o projeto desportivo no imediato.
Planeamento para a SDUQ
Os responsáveis do Amarante detalham que a SDUQ será o veículo jurídico para competir a partir da próxima época, evitando entraves legais. O encontro terá lugar sob a égide das regras associativas do clube.
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