- A um mês do Mundial de 2026, Curaçao ficou sem selecionador após Fred Rutten deixar o cargo.
- Rutten alegou que o ambiente no grupo impedia relações profissionais saudáveis entre a equipa e a equipa técnica.
- O técnico holandês acumulou duas derrotas na passagem por Curaçao: 0-2 com a China e 1-5 com a Austrália.
- A saída de Dick Advocaat do cargo já tinha sido motivada por questões pessoais ligadas à saúde da filha; agora tudo indica que poderá regressar.
- Se Advocaat retornar, tornar-se-á o selecionador mais velho a orientar um Mundial, aos 78 anos, superando Otto Rehhagel (72 anos, Grécia, 2010).
Uma mudança inesperada sacudiu a seleção de Curaçao a pouco mais de um mês do Mundial 2026. Fred Rutten demitiu-se do cargo, encerrando de forma abrupta a sua passagem pela equipa caribenha. A decisão chega após um breve ciclo à frente da equipa.
Segundo um comunicado citado pela imprensa internacional, Rutten justificou a saída pela necessidade de evitar um clima no grupo que pudesse comprometer as relações profissionais entre jogadores e equipa técnica. O resumo da situação aponta para um ambiente de trabalho tenso durante o período de preparação.
Antes da demissão, Rutten contabilizava duas derrotas em dois jogos sob o seu comando: 0-2 frente à China e 1-5 frente à Austrália. A saída abre espaço para um possível regresso de Dick Advocaat, que já orientou Curaçao no apuramento para o mundial histórico.
Possível regresso de Advocaat
A imprensa aponta que Advocaat pode voltar ao comando da seleção, mantendo-se a possibilidade de um regresso apenas por motivos desportivos. A decisão depende, sobretudo, da avaliação do grupo, da saúde familiar do técnico e de acordos internos com a federação.
Caso avance, Advocaat tornar-se-ia no selecionador mais velho a orientar uma equipa num Mundial, com 78 anos. O recorde atual pertence a Otto Rehhagel, que conduziu a Grécia aos 72 em 2010. Não foram avançadas datas oficiais para a confirmação do retorno.
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