- A sétima especial da 59.ª edição do Rali de Portugal, Arganil 2, foi interrompida por questões de segurança, na tarde de sexta-feira.
- O incidente começou com um reboque a circular na especial enquanto o primeiro piloto, Elfyn Evans, já seguia na prova.
- Em seguida, houve queixa de um militar da GNR dentro do troço por parte de Oliver Solberg.
- A organização decidiu manter apenas os tempos dos 12 primeiros concorrerentes; os restantes percorreram o troço em modo de ligação.
- A vitória ficou com Sébastien Ogier; Adrien Fourmaux passou a liderar a classificação, enquanto Sami Pajari veio a perder tempo e caiu para quinto após um pneu sair da jante.
A sétima especial da 59.ª edição do Rali de Portugal, Arganil 2, foi interrompida na tarde de sexta-feira por questões de segurança. A prova decorreu no troço de Arganil, com 18,62 quilómetros, durante a segunda passagem dos pilotos.
O incidente inicial envolveu a passagem de um reboque pela especial, ainda antes do primeiro piloto completar o troço. O britânico Elfyn Evans, da Toyota Yaris, já estava em prova quando ocorreu o acontecimento.
Pouco depois, o sueco Oliver Solberg, também da Toyota Yaris, alertou para a presença de um militar da GNR dentro do troço. A organização decidiu interromper o troço, mantendo apenas os tempos dos 12 primeiros.
Interrupção e consequência
Os restantes concorrentes prosseguiram o troço em modo de ligação, sem cronometragem oficial. A vitória da prova ficou para o francês Sébastien Ogier, que ascendeu ao segundo lugar a quatro segundos de Adrien Fourmaux (Hyundai i20), líder da prova.
O finlandês Sami Pajari (Toyota Yaris) perdeu tempo devido a um problema mecânico, descendo para a quinta posição após um pneu sair da jante. A organização ainda não confirmou quando o troço seria retomado.
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