- A Federação Portuguesa de Futebol e a Liga Portuguesa de Futebol Profissional receberam 78% dos 521,73 milhões de euros das receitas das apostas desportivas.
- Desde 2015, a receita da parcela do Imposto Especial de Jogo Online entregue ao desporto totaliza 521,73 milhões de euros.
- Do total, o futebol faturou 408,9 milhões de euros, com a Federação Portuguesa de Futebol a arrecadar 302,54 milhões e a Liga Portuguesa de Futebol Profissional 106,38 milhões ao longo de 11 anos.
- As restantes entidades, incluindo outras federações e o Comité Olímpico de Portugal, ficaram com valores menores; o COP passou de 560 mil euros para zero.
- A Federação Académica do Desporto Universitário recebeu 165 mil euros, valor que duplicou face ao período anterior devido ao volume de apostas em missões internacionais.
A Federação Portuguesa de Futebol (FPF) e a Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) receberam 78% das receitas das apostas desportivas, a 4ª-feira, num total de 521,73 milhões de euros (ME) referente ao Imposto Especial de Jogo Online (IEJO). A origem é o desporto em Portugal.
Desde 2015, a parcela do IEJO entregue ao desporto soma 521,73 ME, com 408,9 ME destinados às entidades ligadas às modalidades mais apostadas, destacando-se o futebol. A distribuição mantém o monopólio do futebol.
O monopólio do futebol é confirmado em relação ao IEJO, posição seguida pelo ténis, basquetebol e desportos de inverno. Entre as federações, COP entra com menos de 1 milhão de euros; a FADU recebe 165 mil euros.
Distribuição das Receitas
Em 11 anos, a FPF amealhou 302,54 ME e a LPFP 106,38 ME. Outras entidades, incluindo Federações e o COP, registaram valores menores ou nulos, devido ao volume de apostas nas suas missões internacionais.
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