- Fábio Medeiros e João Mesquita, da Livemode, são convidados do Negócios Record.
- A entrevista aborda a visão da Livemode sobre como apresentar conteúdo desportivo ao consumidor, incluindo jovens de idade e jovens de espírito.
- A empresa afirma que o trabalho de intermediário não faz parte do seu DNA.
- A frase-chave do discurso é: fechar tudo é mau para o desporto e abrir tudo é inviável para o desporto.
- Dizem que, embora nada seja impossível na mídia, o conteúdo e os direitos estão ligados ao “universo” da Livemode, que orienta a sua estratégia.
Fábio Medeiros e João Mesquita, da Livemode, foram convidados do Negócios Record para discutir o posicionamento estratégico da plataforma no mercado desportivo. Os executivos defenderam uma visão integrada de conteúdo, centrada no seu próprio universo de produção e distribuição.
No debate, os responsáveis explicaram que o foco da Livemode é apresentar conteúdos desportivos ao público, especialmente aos jovens, sem depender de intermediários. A equipa pondera que o mundo da mídia ainda abre possibilidades, mas o papel da empresa é prioritariamente desenvolver o seu ecossistema.
Segundo os convidados, a Livemode não considera residir num modelo que substitua a relação com o direito de transmissão, mas trabalha para incorporar direitos dentro do seu próprio ecossistema. A conversa enfatizou a viabilidade de fortalecer a produção interna de conteúdo e a articulação com o público-alvo.
Visão estratégica da Livemode
Foi destacada a ideia de que fechar tudo seria prejudicial ao Desporto, enquanto abrir tudo pode não ser viável. Os presentes reforçaram que a empresa procura equilibrar qualidade de conteúdo, acesso ao público e sustentabilidade do modelo de negócio, sem abandonar a ambição de ampliar a oferta de direitos dentro do seu espaço de atuação.
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