- Um grupo de sócios do Paços de Ferreira, incluindo os ex-presidentes Fernando Sequeira e Moreira Lobo, exige a anulação dos resultados da Assembleia Geral de 24 de abril e pode avançar para tribunal.
- Alegam erros na contagem de votos que teriam condicionado a decisão sobre a entrada da PMK Sports na constituição da SAD.
- Questionam a correção da Mesa da Assembleia Geral, mantendo que os resultados continuam errados, com divergências no número de votos nulos e a suposta eliminação de um boletim.
- Defendem realizar nova votação, em moldes semelhantes aos atos eleitorais do clube, para assegurar maior transparência e rigor no processo decisório, e admitem recorrer à via judicial se não houver revisão.
- A polémica surge após a aprovação da entrada da PMK Sports na futura SAD do Paços de Ferreira, com impacto na estrutura acionista e no futuro do clube.
Um grupo de sócios do Paços de Ferreira contesta os resultados da Assembleia Geral de 24 de abril e admite avançar para tribunal, alegando erros na contagem de votos que afetaram a decisão sobre a entrada da PMK Sports na constituição da SAD.
Entre os signatários estão os ex-presidentes Fernando Sequeira e Moreira Lobo. A contestação refere divergências na correção efetuada pela Mesa da Assembleia Geral, mantendo que os dados continuam incorretos mesmo após a revisão.
Os subscritores apontam incongruências como variações no número de votos nulos e a suposta eliminação de um boletim da Mesa 4. Questionam: como é possível alterar parciais após a divulgação inicial?
Contagem e integridade processual
Sustentam que um boletim nulo desapareceu nas novas contas, o que pode alterar o resultado caso seja reposto. Defendem que a legitimidade da ata fica comprometida se os dados estiverem errados.
Para os subscritores, a disputa excede o técnico e entra na validade do processo. Alegam que foi aprovada uma ata com dados que a própria Mesa reconhece errados, o que poderá comprometer a decisão tomada.
Os signatários destacam a importância da matéria, lembrando que se trata de uma decisão estrutural para o futuro do clube e da SAD, envolvendo gente externa ao universo associativo.
Novo ato eleitoral e via judicial
Proponem uma nova votação, em moldes similares aos usados nas eleições do clube, com maior transparência e rigor no processo decisório. Em caso de impasse, admitem recorrer à via judicial, incluindo um procedimento cautelar.
A controvérsia surgiu após a AG extraordinária que aprovou a entrada do grupo PMK Sports na futura SAD, decisão que continua a gerar contestação devido ao impacto na estrutura acionista e no futuro do clube.
Contexto e leitura adicional
O grupo que contesta a decisão tem apresentado um comunicado como complemento público, solicitando maior transparência no apuramento. O Paços de Ferreira não divulga informações adicionais além das já disponíveis e não cita fontes externas no texto.
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