- Sabastian Sawe tornou-se o primeiro corredor a completar a maratona em menos de duas horas, marcando 01:59.30 na prova de Londres.
- O atleta queniano, de 31 anos, foi recebido em Nairobi como herói nacional, com o presidente William Ruto a elogiar o feito.
- O ritmo abaixo de duas horas ocorreu numa corrida disputada, com Yomif Kejelcha a terminar em 01:59.41 e Jacob Kiplimo em 02:00.28.
- Sawe já tinha vencido em Londres em 2025 e tinha como melhor marca pessoal 02:02.05 antes de bater o recorde mundial, que era de 02:00.35, detido por Kelvin Kiptum.
- O Quénia, potência em provas de distância, tem enfrentado controvérsias de doping no passado; Sawe realizou controles rigorosos antes da maratona de Berlim, em setembro de 2025.
Sabastian Sawe, atleta queniano, tornou-se no primeiro corredor a completar a maratona abaixo das 2 horas. O feito aconteceu em Londres, com o tempo de 1:59:30, marcando a nova melhor marca mundial. O recorde foi estabelecido a 42,195 quilómetros de distância. O corredor tem 31 anos.
Ao regressar a Nairobi, Sawe foi recebido como herói nacional. A cerimónia ocorreu já de noite, juntamente com a presença do presidente William Ruto. O atleta afirmou que o feito não é apenas dele, mas de todos os quenianos.
O presidente Ruto elogiou o recorde como “momento crucial na história da resistência humana” e destacou a importância de inspirar futuras gerações. O chefe de Estado comparou o feito à alvorada de conquistas históricas.
Na corrida de Londres, Sawe superou o antigo recorde mundial de 2:00:35, detido por Kelvin Kiptum desde outubro de 2023. A prova contou ainda com Yomif Kejelcha, que terminou em 1:59:41, completando o pódio com Jacob Kiplimo em 2:00:28.
Contexto desportivo e controlo antidopagem
O Quénia domina as provas de longa distância, mas enfrenta histórico de controvérsias em dopagem. Entre atletas de destaque suspensos, figuram antigos vencedores da maratona de Londres. A agência nacional de dopagem foi considerada não conforme pela WADA em 2025.
Para dissipar dúvidas, Sawe submeteu-se a um regime rigoroso de controlos antidopagem. O atleta realizou 25 exames antes da maratona de Berlim em setembro de 2025, a qual venceu sem baixar das duas horas.
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