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Eredivisie pode não ser concluída devido a novo caos

A decisão do NAC Breda sobre o recurso pode impedir a conclusão da Eredivisie, com protestos de vários clubes e até 133 jogos em risco

NAC Breda contesta nacionalidade de Dean James (Go Ahead Eagles)
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  • A Eredivisie pode não ser concluída caso o NAC Breda vença o processo contra a federação, cuja decisão está marcada para 4 de maio.
  • O NAC Breda contestou a derrota por 6-0 frente ao Go Ahead Eagles na 27.ª jornada, alegando utilização irregular de Dean James, lateral do adversário, e pediu a repetição do encontro, em mais um caso conhecido como “Passpoorgate”.
  • De acordo com o regulamento, o jogador de 25 anos não seria elegível por ter naturalizado pela Indonésia, o que lhe retirou a cidadania da União Europeia e poderia implicar visto de trabalho específico e salário mínimo para atletas extracomunitários.
  • Se o NAC Breda receber razão, poderão surgir queixas de pelo menos mais seis clubes — Ajax, Feyenoord, Telstar, FC Volendam, Heracles e TOP Oss — e existem 133 jogos já realizados que podem ser contestados, colocando em risco o desfecho da competição.
  • A federação admite a possibilidade, mas a vice-presidente Marianne van Leeuwen disse que a nacionalidade é tema sensível e privado para clubes e jogadores, sem admitir negligência.

A Eredivisie, o principal escalão do futebol dos Países Baixos, enfrenta mais uma contenda jurídica que pode colocar em causa a conclusão da época. O NAC Breda reclama a repetição do jogo frente ao Go Ahead Eagles, após derrota por 6-0 na 27.ª jornada, alegando utilização irregular de Dean James.

O processo está em curso junto da Federação Holandesa de Futebol (KNVB) e a decisão está prevista para 4 de maio. A queixa envolve o jogador Dean James, lateral-esquerdo do Go Ahead Eagles, alegadamente impedido de competir legalmente segundo o regulamento do campeonato.

Segundo o NAC Breda, clube que ocupa a posição 17 na tabela e está na zona de despromoção, o jogador teria sido elegível sob o estatuto que regeu a situação. Alegam irregularidades na forma como o atleta foi autorizado a jogar.

Aketemente, o clube aponta para a naturalização do atleta pela Indonésia e a consequente perda da cidadania da União Europeia, alegando que isso exigiria visto de trabalho específico e salário mínimo para atletas extra-comunitários, requisitos que, dizem, não teriam sido cumpridos.

Caso o NAC Breda tenha razão, o impacto pode ser amplo: até seis clubes adicionais — Ajax, Feyenoord, Telstar, FC Volendam, Heracles e TOP Oss — podem apresentar protestos, com 133 jogos já realizados potencialmente em causa. A competição ficaria em risco.

A Federação mantém a posição de que a nacionalidade é tema sensível e privado, sem confirmar negligência, mas não contesta a possibilidade de recurso. Marianne van Leeuwen, vice-presidente da KNVB, indicou que o campeonato pode não ser concluído se o processo favorecer a parte reclamante.

Caso haja decisão favorável ao NAC Breda, persiste a incógnita sobre o desfecho da época e a forma de resolver os jogos pendentes. O tema está a gerar debate entre clubes, portugueses e fãs, enquanto se aguardam desenvolvimentos oficiais.

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