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Buffon comenta o falhanço italiano com ironia sobre extraterrestres

Buffon analisa o falhanço italiano: três motivos — globalização, mudança tática e ausência de talentos criativos, apontando rumo para um futuro mais estável

Buffon analisa a prestação recente da seleção italiana.
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  • Gianluigi Buffon, ex-guarda-redes italiano, comenta a má fase da Itália, que falhou três Mundiais consecutivos.
  • Diz que, há doze anos, seria mais provável ver mil extraterrestres à volta da equipa do que isso acontecer.
  • Acrescenta que é preciso entender as dificuldades, fazer mudanças e uma análise clara para construir um futuro melhor.
  • Atribui o desfecho a três motivos: a globalização que eleva o nível de concorrentes; a força tática da Itália no passado; e a falta de talentos criativos, como Baggio, Del Piero ou Totti.
  • Conclui que o futuro deve ser gerido com tranquilidade para que a equipa volte aos grandes palcos, de preferência como favorita.

Gianluigi Buffon, ainda que já sem atuar, analisa com frieza a não qualificação de Itália para o Mundial, destacando que o episódio é doloroso para o futebol italiano. O ex-guarda-redes defende que o futuro deve ser gerido com tranquilidade para que a squadra azzurra regresse aos grandes palcos, idealmente como candidata ao título.

Numa leitura da crise, Buffon recorda a improbabilidade de há 12 anos prever três Mundiais seguidos sem a Azzurra. Diz que, se alguém lhe dissesse isso na altura, seria mais provável ver mil extraterrestres à volta do que Itália falhar tanto.

Para ultrapassar a fase atual, aponta que é preciso compreender as dificuldades e promover mudanças. Só com uma análise clara terá potencial para um futuro melhor; negar o problema mantê-lo-ia por muito tempo, alerta.

Em relação às causas, o antigo guardião aponta três motivos bem definidos. A globalização elevou o nível de competição, com equipas menos mediáticas a tornar-se mais fortes. Além disso, há 15 anos a Itália era mentalmente vencedora e sólida taticamente. Por fim, existem talentos, mas falta criatividade como a de Baggio, Del Piero ou Totti.

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