- Carlos Vieira, antigo vice‑presidente do Sporting, afirma que a ausência na Liga dos Campeões não seria um desastre para o clube.
- Disse ter passado por essa situação quando estava na direção, defendendo planeamento e uma estratégia clara.
- Avisa que, embora a Champions seja importante, o clube deve estar preparado para os momentos em que não a atinge.
- Reforça que a Liga dos Campeões tem impacto financeiro relevante, mas não é o fim do mundo ficar de fora; o foco é a estruturação e o futuro do clube.
Carlos Vieira, antigo vice-presidente do Sporting, afirmou que a ausência do clube na Liga dos Campeões não seria um desastre no atual contexto, citando a própria experiência anterior. O comentário foi feito em entrevista ao RECORD.
O dirigente destacou a importância da competição, mas sublinhou que o clube precisa de planeamento e de uma estratégia clara para enfrentar períodos sem a Liga dos Campeões. Segundo ele, o Sporting tem vindo a trabalhar para manter a solidez nesse cenário.
Vieira reforçou que a Liga dos Campeões representa um impacto financeiro significativo, mas não define o futuro do clube. O foco deve ser a estruturação adequada e a preparação para o longo prazo, independentemente da participação na competição.
Impacto financeiro
A presença na Liga dos Campeões gera receitas relevantes para os clubes, mas a gestão deve prever alternâncias. Vieira afirmou que o Sporting tem trabalhado para reduzir a dependência de apenas uma competição e manter o equilíbrio financeiro.
Ele reiterou que a ausência da Champions não deve ser encarada como fim de mundo. O objetivo é manter a equipa estável, com reforços planeados e finanças controladas para o próximo ciclo desportivo.
A entrevista também enfatizou a importância de uma estratégia contínua de médio prazo. O Sporting precisa manter o foco em sustentar a competitividade, independentemente dos resultados da temporada em curso.
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