- O JN analisou as ligas principais de futebol feminino, futsal, hóquei em patins, andebol, basquetebol e voleibol, totalizando setenta equipas.
- Apenas onze equipas são orientadas por treinadoras, o que representa cerca de 15,7%.
- As ligas de futebol feminino e de voleibol não possuem treinadora principal.
- O andebol lidera com quatro técnicas, seguido do hóquei em patins com três, e basquetebol e futsal com duas cada uma.
- A nomeação de Marie-Louise Eta para treinar o Union de Berlim mostra o debate global; em Portugal, a situação mantém-se com poucas treinadoras.
Em Portugal, as estatísticas mostram uma presença feminina ainda reduzida no banco técnico das principais ligas desportivas. A análise do JN revela que, entre 70 equipas, apenas 11 são orientadas por treinadoras, o que corresponde a 15,7%.
Entre as modalidades analisadas — futebol, futsal, hóquei em patins, andebol, basquetebol e voleibol — não existe nenhuma treinadora principal na Liga de futebol feminino nem na Liga de voleibol. O liderar fica com o andebol, com quatro técnicas, seguido pelo hóquei em patins (três), e por basquetebol e futsal (duas cada).
A notícia internacional que gerou debate, a nomeação de Marie-Louise Eta para treinar o Union de Berlim, é citada como contexto. Em Portugal, a realidade permanece marcada pela baixa representatividade feminina no topo técnico.
Dados em detalhe
O conjunto de ligas consideradas abrange as competições “principais” do desporto feminino e de equipas femininas. A proportion de treinadoras reduz-se ao longo de várias modalidades, com a maior parte das equipas ainda liderada por treinadores homens.
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