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Carlos Barroca apresenta a Cidade do Basquetebol que pode nascer no Montijo

Carlos Barroca apresenta a Cidade do Basquetebol no Montijo, pavilhão com 3.000 lugares, obras a arrancar em 2028 e operação prevista até 2030

Cidade do Basquetebol: Montijo pode ter pavilhão com 3.000 lugares até 2030
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  • Carlos Barroca apresentou a Cidade do Basquetebol no Montijo, caso vença as eleições para a FPB no dia 25.
  • As obras devem arrancar em 2028 e o pavilhão terá pelo menos 3.000 lugares sentados, podendo transformar-se num espaço multidesportivo com três campos laterais para treinos.
  • O equipamento vai ter 180 camas para acolher equipas de várias regiões de Portugal, com abertura a oferta internacional.
  • O custo fica na casa dos milhões e o financiamento será maioritariamente privado, com possíveis apoios europeus.
  • O projeto está a ser desenhado pelo arquiteto Paulo Bernardo e o nome definitivo será escolhido pela comunidade, principalmente pela de Montijo.

A Cidade do Basquetebol, proposta apresentada por Carlos Barroca, poderá ganhar forma no Montijo caso o candidato vencesse as eleições para a presidência da FPB no dia 25. O projecto foi apresentado no Salão Nobre da Câmara Municipal, com a presença do autarca local Fernando Caria.

Barroca descreveu o espaço como uma infraestrutura estratégica para o basquetebol nacional, associando o pavilão principal a pelo menos 3.000 lugares sentados e a possibilidade de transformar o recinto num centro multidesportivo com três campos laterais para treinos e estágios.

O lançamento ocorreu numa altura em que a construção ficaria concluída até 2030, com início de obras estimado para 2028. O projeto prevê ainda 180 camas para receber equipas de várias regiões, incluindo as ilhas, Norte e Sul de Portugal, mantendo portas abertas a ofertas internacionais.

Obra, financiamento e equipa envolvida

O arquiteto Paulo Bernardo é o responsável pela concepção da Cidade do Basquetebol, com experiência em projetos desportivos de referência internacional. Barroca sublinhou a confiança na equipa de projeto, destacando a credibilidade do profissional.

Quanto ao custo, Barroca não divulga um número definitivo, referindo apenas que ficará na casa dos milhões, em termos de o valor final depender de variações de mercado e de custos de materiais. O financiamento deverá incluir aportos privados e fundos europeus.

A gestão do projeto, segundo o candidato, envolve um processo de angariação de recursos já em curso. O objetivo é privilegiar financiamento privado, com apoio de programas comunitários europeus, para acelerar a frente de obras.

Engajamento da comunidade

O nome da Cidade do Basquetebol ainda não está definido. A escolha caberá às comunidades do basquetebol em Portugal, com participação destacada da comunidade do Montijo, para refletir o espírito local no espaço.

A iniciativa foi apresentada ao lado do presidente da Câmara Municipal do Montijo e é apresentada como uma aposta para elevar o patamar do basquetebol nacional, com potencial impacto na formação, nos estágios e no turismo desportivo.

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