- Jean Todt afirma que Michael Schumacher é um ser humano bastante frágil, tímido e generoso, não arrogante.
- A relação profissional na Ferrari transformou-se em amizade, que continua após o fim da carreira, marcada pelo acidente de 2013.
- Schumacher e Lewis Hamilton partilham o recorde de sete títulos mundiais cada um.
- Todt relembra um teste privado em Fiorano, em que Schumacher questionou se ainda era bom, evidenciando autoexigência.
- Não há detalhes sobre o estado atual de Schumacher, com Todt a não divulgar pormenores.
Jean Todt afirma que Michael Schumacher é uma pessoa de grande fragilidade humana, desmentindo a ideia de arrogância associada ao ex-piloto. O relato surge numa entrevista em que Todt recorda a relação com Schumacher na Ferrari.
Todt, antigo presidente da FIA e chefe de equipa da Ferrari na era dourada, descreve Schumacher como alguém tímido e generoso, cuja timidez se mascarava com uma postura distante. A amizade entre ambos persiste mesmo após o acidente de 2013.
O legado desportivo de Schumacher é exaltado por Todt. Os dois moldaram a década de ouro da Ferrari, quando a equipa conquistou seis títulos de construtores entre 1999 e 2004, com Schumacher campeão mundial nos últimos três anos.
Todt partilha uma memória de teste privado em Fiorano após o título, destacando a humildade de Schumacher em duvidar da própria performance. O relato sugere uma mentalidade constante de superação, mesmo após grandes vitórias.
O episódio foi referido no podcast Full Performance, sem detalhes sobre o estado atual de Schumacher, mantendo o foco na relação entre o piloto e a equipa e no impacto humano que a figura deixada no imediatamente anterior.
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