- O Atlético Cabeceirense, de Cabeceiras de Basto, vê o plantel 100% composto por jogadores da terra, com o apoio de adeptos dedicados.
- Na última época, dois grupos de amigos uniram esforços para reerguer o histórico clube da região.
- O movimento contou com uma massa adepta intensa, registando uma média de quinhentos espectadores por jogo e até mil e duzentos numa partida.
- O presidente, Nelson Martins, realça que as pessoas foram agregadoras desde o primeiro momento e entenderam a importância do projeto.
O Atlético Cabeceirense está a reerguer-se em Cabeceiras de Basto, com um plantel composto integralmente por jogadores da terra. A iniciativa foi impulsionada no último período por dois grupos de amigos que juntaram esforços para resgatar o histórico clube da região.
A aposta central assenta na ligação com a comunidade local, que tem provocado uma adesão expressiva entre adeptos. Segundo o presidente Nelson Martins, o envolvimento foi imediato, com uma presença média de cerca de 500 pessoas nos jogos e, em algumas ocasiões, a assistência a rondar as 1.200 pessoas.
O movimento de reestruturação contou com o apoio de uma massa adepta fervorosa, que acompanhou com empenho o projeto desde o primeiro minuto. A energia coletiva e a participação ativa contribuíram para consolidar a identidade do clube junto da população da área.
Apoio da comunidade
A crescente afluência aos encontros também reflete o papel social do Atlético Cabeceirense na região. A direção aponta para uma melhoria contínua das condições de prática e a participação de jovens atletas locais como pilares do plano estratégico para as próximas épocas.
O objetivo é manter a equipa ligada às gentes da terra, preservando a tradição do clube e promovendo o desenvolvimento desportivo sustentável na região de Cabeceiras de Basto.
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