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Futebol profissional contribuiu com 956 milhões e pagou 288 milhões de impostos

Futebol profissional português contribuiu com 956 ME para o PIB na época 2024/25 e pagou 288 ME em impostos, máximo histórico de cobrança fiscal no setor

Apresentação da bola oficial da Liga Betclic para a época de 2025/26
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  • O futebol profissional contribuiu com 956 milhões de euros para o PIB na época 2024/25 e pagou 288 milhões de euros em impostos ao Estado, segundo o anuário da Liga Portuguesa de Futebol Profissional.
  • O setor cresceu 44% em contribuições para o PIB, representando 0,32% da riqueza nacional, face a 662 milhões de euros em 2023/24.
  • Impostos totais suportados pelo futebol profissional subiram para 288 milhões de euros, com 262 milhões de euros de carga fiscal; IRS a 155,6 milhões, Segurança Social a 46,9 milhões, IVA a 68,6 milhões, IRC a 3,8 milhões e outros 13,33 milhões.
  • Remunerações de futebolistas atingiram 303 milhões de euros, 66% dos salários do setor, num total de 457 milhões de euros de salários no conjunto, incluindo 104 milhões de euros para funcionários e 50 milhões para técnicos.
  • Emprego no setor atingiu 6.163 postos, sendo 4.843 jogadores, 451 treinadores e 3.334 funcionários; na I Liga, ativos atingiram 1.922 milhões de euros, com 1.775 milhões de euros de passivo.

O futebol profissional português contribuiu com 956 milhões de euros para o PIB na época 2024/25 e pagou 288 milhões de euros em impostos ao Estado, segundo o anuário da LPFP divulgado nesta sexta-feira. O relatório destaca que o setor cresceu 44% face a 2023/24, representando 0,32% da riqueza nacional.

Reinaldo Teixeira assumiu a presidência da LPFP, sucedendo Pedro Proença, atual líder da FPF. Aumento de receitas e do saldo de transferências das 34 sociedades desportivas dos dois escalões explica o crescimento, com exceção das equipas B do Benfica e FC Porto.

Resultados, impostos e remunerações

A carga fiscal na I Liga foi de 262 milhões de euros, com impostos totais do futebol a subir para 288 milhões, mais 7,5% face ao período anterior. As remunerações elegíveis somaram 303 milhões, 66% do total de salários do setor.

Desempenho financeiro e emprego

O anuário regista novos máximos históricos de impostos suportados pelo futebol profissional e um aumento de 39% no emprego, para 6.163 postos, entre jogadores, treinadores e restante pessoal das sociedades desportivas da I Liga.

Estrutura de receitas e custos

As receitas totais do setor ascenderam a 1.059 milhões de euros na I Liga, com 374 milhões na transferência de atletas e 189 milhões na venda de direitos de transmissão. Os gastos na I Liga ficaram em 1.029 milhões, maioritariamente com pessoal, despesas financeiras e fornecimentos.

Resultados operacionais e activos

Para o conjunto da LPFP, 2024/25 fechou com resultados operacionais positivos de 2,6 milhões e um saldo líquido de 231 mil euros. O ativo total da I Liga atingiu um recorde de 1.922 milhões, com passivo de 1.775 milhões.

Investimento e distribuição

As sociedades desportivas investiram 52,4 milhões na valorização de ativos, sendo 43,2 milhões destinados à melhoria de infraestruturas. O apoio direto às sociedades desportivas foi de 8,6 milhões, menos 12% que no período anterior.

Protagonismo internacional e estrutura acionista

A presença de Sporting, Benfica, FC Porto, Sp. Braga e V. Guimarães em competições internacionais rendeu 203 milhões em prémios, incluindo 164 milhões em provas europeias. No conjunto do setor, os ativos somaram 2.015 milhões, enquanto as receitas atingiram 1.133 milhões.

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