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Duas duplas portuguesas disputam finais europeias de trampolim sincronizado

Portugal assegura finais de trampolim sincronizado com Abreu/Ferreira e Nunes Correia; séniores exibem consistência num dia globalmente positivo

Atletas portugueses competem no Campeonato Europeu de Trampolim
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  • Duas duplas portuguesas, Diogo Abreu/Pedro Ferreira e Catarina Nunes/Sofia Correia, apuram-se para as finais de trampolim sincronizado dos Europeus em Portimão.
  • Abreu Ferreira lideram a qualificação com 53.970 pontos, avançando para a final no domingo; a dupla Lucas Santos/Gabriel Albuquerque ficou em sexta, mas fica de fora por haver apenas uma vaga por país.
  • Na prova feminina, Nunes Correia garantiu a final ao terminar em oitavo lugar com 44.800 pontos.
  • O coordenador técnico Carlos Matias descreveu o dia como globalmente positivo para os seniores, salientando consistência e resposta competitiva, pese os resultados inconsistentes entre os escalões juniores.
  • Nos juniores masculinos houve situação menos favorável, com a equipa apenas a ficar como primeiras reservas para as semifinais; no sub-21, o desempenho foi considerado dentro do esperado, embora com limitações pela formação das duplas.

Duas duplas portuguesas garantiram lugares nas finais de trampolim sincronizado dos Europeus de ginástica, a decorrer em Portimão. A competição decorreu nesta sexta-feira, com as finais agendadas para domingo, na 30.ª edição do evento. O desempenho foi observado como positivo para Portugal.

Na prova masculina, Diogo Abreu e Pedro Ferreira triplaram a qualificação na primeira posição, com 53.970 pontos, perante 21 pares. O duo luso afastou-se do resto da brigada e assegurou o apuramento direto para a final. A outra dupla masculina do país, Lucas Santos e Gabriel Albuquerque, ficou na sexta posição com 52.530 pontos, mas não disputa a final por terem apenas uma vaga por país.

Pedro Ferreira, campeão europeu em título, e Diogo Abreu, olímpista em Rio 2016 e Tóquio 2020, obtiveram o melhor resultado na primeira tentativa, optando por dispensar a segunda série do exercício. O desempenho foi descrito pela organização como uma marca clara de consistência.

Na prova feminina, Catarina Nunes e Sofia Correia triunfaram ao garantirem a qualificação para a final ao terminar no oitavo posto com 44.800 pontos. A dupla assegurou a presença entre as melhores do continente, com uma prestação sólida frente a um pelotão competitivo.

Desempenho por escalões

O coordenador técnico Carlos Matias avaliou o dia como globalmente positivo para as seleções seniores, contrastando com os resultados menos favoráveis dos escalões juniores. Em declarações à Lusa, destacou a consistência e a resposta competitiva dos seniores num contexto exigente.

No que diz respeito aos juniores, o responsável admitiu que as expectativas não foram inteiramente atingidas, mesmo que o nível técnico tenha permitido antever melhores resultados, incluindo apuramentos para semifinais e finais. A nível masculino júnior, o quadro foi considerado menos favorável, com a equipa a terminar como primeira reserva para as semifinais, aquém do esperado.

No escalão sub-21, cuja prova tem formato distinto com a disciplina de sincronizado misto, Matias afirmou que o desempenho dos ginastas foi, no essencial, cumprido. A formação dos pares refletiu a seleção de ginastas já apurados para a competição, o que limitou as expetativas, ainda assim houve reconhecimento de potencial para surpresas positivas.

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