- A entrada tardia dos adeptos do Real Betis deveu-se à saída atrasada do Meeting Point (Campo da Vinha) e ao atraso na chegada ao Estádio Municipal de Braga.
- Os acessos ao sector visitante estavam abertos e com capacidade para o fluxo previsto de pessoas.
- Nos primeiros controlos, detetaram-se artefactos pirotécnicos, o que atrasou entradas e levou a revistas mais cuidadas.
•Foram encontrados bilhetes na posse de adeptos que não correspondiam ao nome do portador; alguns foram identificados, outros impedidos de entrar.
- Todos os adeptos visitantes entraram até aos quinze minutos de jogo; verificaram-se distúrbios nas instalações, cometidos pelos adeptos do Betis; o Braga está disponível para colaborar com a UEFA.
O Sp. Braga respondeu à queixa apresentada pelo Real Betis à UEFA sobre a entrada tardia de adeptos espanhóis no Estádio Municipal de Braga na quarta-feira, após terem avançado informações na imprensa espanhola.
Segundo o clube minhoto, o atraso começou na saída do Campo da Vinha, onde ficava o meeting point, e prolongou-se devido à deteção de artefactos pirotécnicos e de bilhetes que não correspondiam ao nome do portador. Mesmo assim, garantiu que todos os visitantes entraram até aos 15 minutos de jogo.
O comunicado do Braga aponta ainda distúrbios nas instalações, nomeadamente nas casas de banho e nos sectores de acesso à bancada, praticados pelos adeptos do Real Betis.
Relativamente aos acessos, o clube assegura que todos estavam abertos e aptos a receber o fluxo previsto. Também refere que alguns bilhetes comprados em plataformas digitais não correspondiam ao titular, com alguns casos já identificados e outros impedidos de entrar.
O Braga concluiu dizendo que transmitiu todas as informações à UEFA e que está disponível para esclarecimentos adicionais.
Entre na conversa da comunidade