- Duarte Gomes, diretor técnico nacional de arbitragem, assina hoje um artigo de opinião no Expresso sobre a consistência de critérios dos árbitros.
- O artigo traz a garantia de que “os árbitros não mudam de critérios durante a época” e que as recomendações dadas no início da temporada são estáveis e coerentes.
- Acrescenta que as orientações não foram provisórias nem sujeitas a revisões casuísticas nem moldadas por ciclos mediáticos.
- Afirma que nenhuma orientação foi reescrita a meio nem adaptada conforme a conveniência de quem analisa o jogo.
- Conclui que a arbitragem de elite portuguesa trabalha alinhada com as melhores práticas definidas anualmente pelas entidades que tutelam o jogo, com um quadro técnico comum, sustentado e partilhado.
Na segunda-feira, Duarte Gomes, diretor técnico nacional de arbitragem, assinou um artigo de opinião no Expresso no qual afirma que os árbitros não mudam de critérios durante a época. A peça foi publicada para explicar o alinhamento de critérios.
No texto, o responsável sublinha que as recomendações dadas no início da temporada continuam estáveis e coerentes, ainda que nem sempre avaliadas exatamente como desejado.
Gomes acrescenta que as orientações não foram provisórias nem sujeitas a revisões casuísticas, não foram reescritas a meio nem moldadas por ciclos mediáticos, nem pela conveniência de quem analisa o jogo.
O dirigente encerra assegurando que a arbitragem de elite portuguesa trabalha alinhada com as melhores práticas definidas anualmente pelas entidades que tutelam o jogo, com um quadro técnico comum, sustentado e partilhado.
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