- O Suporte de Vídeo (SV) foi utilizado pela primeira vez num campeonato profissional na Premier League do Canadá, no confronto entre Forge FC e Atlético Ottawa.
- A partida marcou também o teste da Lei de Wenger para foras de jogo durante o encontro.
- O SV foi acionado pelo treinador do Atlético Ottawa, Diego Mejia, em relação a um penálti convertido após falta sobre Brian Wright.
- O árbitro analisou a jogada no monitor durante mais de cinco minutos e manteve a decisão inicial de penálti.
- O SV funciona como alternativa ao VAR, com dois ‘Challenges’ por jogo que permitem aos técnicos pedir revisões, devolvendo o cartão de revisão caso o desafio seja bem-sucedido.
O Suporte de Vídeo (SV) foi utilizado pela primeira vez num campeonato profissional, na Premier League do Canadá. O encontro entre Forge FC e Atlético Ottawa marcou o momento histórico, que incluiu ainda a testagem da Lei de Wenger para os foras de jogo.
A utilização do SV ocorreu na jogada decisiva de um penálti, a pedido do treinador do Atlético Ottawa, Diego Mejia, por uma alegada falta sobre Brian Wright. Mejia usou um dos dois ‘Challenge’ de que dispunha para tentar reverter a decisão do árbitro. O árbitro analisou a jogada no monitor e, após mais de cinco minutos de revisão, manteve o penálti.
O SV funciona como alternativa ao VAR, cabendo aos técnicos pedir revisões de lances considerados duvidosos, até um limite de duas por jogo. Assim como o VAR, só pode ser usado em momentos específicos, como golos, penáltis, cartões vermelhos ou identificação de jogador. Se um ‘Challenge’ for bem sucedido, o treinador recupera o cartão de revisão para utilizá-lo novamente.
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