- O presidente da Federação Portuguesa de Futebol, Pedro Proença, acredita que João Pinheiro pode sucedê-lo na arbitragem mundial, 12 anos depois de Proença ter estado em 2014.
- Proença afirmou que a FIFA vai divulgar brevemente o grupo de árbitros que estará no Mundial deste ano, com Pinheiro como representante da arbitragem portuguesa.
- A arbitragem portuguesa já esteve presente em 12 dos 22 mundiais, a última vez com Proença em 2014; a lista inclui outros árbitros ao longo das décadas.
- A Federação deseja boa sorte a João Pinheiro e espera ver novamente a arbitragem portuguesa no maior torneio de seleções.
- João Pinheiro, de 38 anos, é árbitro da associação de Braga e o único português na elite da UEFA.
O presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), Pedro Proença, acredita que João Pinheiro pode sucedê-lo 12 anos depois, na arbitragem de alto nível. A confirmação chegou numa publicação recente nas redes sociais, onde o líder da FPF indicou que a FIFA vai divulgar em breve o grupo de árbitros para o Mundial deste ano e que Pinheiro é o representante de Portugal nos estágios de preparação.
A carreira de Proença como árbitro nos Mundiais terminou em 2014, quando apitou o último Mundial de Portugal. Ao longo da história, outros portugueses marcaram presença em Mundiais, incluindo Vieira Costa, Joaquim Campos, Saldanha Ribeiro, António Garrido, Carlos Valente, Vítor Pereira e Olegário Benquerença.
Proença reforçou o desejo de ver a arbitragem nacional representada na maior prova de futebol de seleções, destacando o papel de Pinheiro nos estágios preparatórios. O dirigente sublinhou que Portugal tem dado passos para manter a presença portuguesa no topo.
Perfil de João Pinheiro
Pinheiro, com 38 anos, é árbitro da associação de Braga e integra a elite da UEFA. É atualmente o único português nessa categoria, depois de Jorge Sousa e Artur Soares Dias terem sido os últimos representantes nacionais nessa classe.
A Federação aponta Pinheiro como a face mais promissora da arbitragem portuguesa para futuras fases finais. A aposta coincide com a procura de manter Portugal presente em grandes eventos internacionais, segundo a FPF.
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