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Ricardo Costa comenta incidências no Dragão: não houve circo

Treinador do Sporting afirma que não houve circo; teve tensões altas, foi assistido na ambulância e, mesmo aflito, acabou por jogar no clássico.

Ricardo Costa a ser assistido dentro de ambulância antes do FC Porto-Sporting
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  • Após vencer o Wisla Plock na Liga dos Campeões de andebol, Ricardo Costa comentou os acontecimentos do sábado no Dragão Arena.
  • O treinador dos leões, de 44 anos, diz não ter abandonado os atletas e que sofreu um mal-estar, com tensões a 17/10; entrou no balneário apenas 40 segundos.
  • A médica deu-lhe um comprimido e os bombeiros estiveram no local; seguiu-se a decisão de o manter fora do jogo, com remoção em ambulância.
  • A equipa médica determinou que não estivesse em condições para jogar, apesar de a decisão ter sido manter o jogo em frente.
  • Ricardo Costa afirmou que não fez circo, que continuará a celebrar a vitória e que continuará a comemorar, mesmo perante essa situação.

O treinador do Sporting de andebol, Ricardo Costa, reagiu aos incidentes ocorridos no Dragão Arena no sábado passado, após a vitória frente ao Wisla Plock na Liga dos Campeões. O técnico respondeu a perguntas sobre o que se passou antes do clássico com o FC Porto.

Costa afirmou que não admite ataques à sua integridade profissional e que, ao longo de mais de 30 anos no desporto, já foi alvo de insultos sem registar impacto, mas que ataques à sua dignidade não passam impunidade. Descreveu o sucedido de forma breve.

O treinador garantiu que não houve circo e explicou que, antes do jogo, foi à ambulância por ter apresentado tensões elevadas. Foi medicado com um comprimido e, apesar de ter de abandonar a sessão, a equipa prosseguiu com a ação.

Relatou que entrou no balneário por cerca de 40 segundos e posteriormente foi acompanhado pela equipa médica e bombeiros. Ficou na ambulância com a médica, que o considerou indisposto para tomar decisões, mas acabou por permanecer na decisão de jogar.

Costa mencionou ainda que foi questionado sobre o que se passa no Congo e sobre o Moga, rejeitando qualquer associação com distrações. Enfatizou que não pretendia abandonar os atletas e que celebrou a vitória, mantendo o otimismo para o futuro.

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