- Mbappé revelou no podcast The Bridge que foi alvo de insultos racistas após falhar o penálti a 28 de junho de 2021, que custou a França a presença nos quartos de final do Euro.
- Chamaram-no de macaco e ele disse ter ficado devastado, sentindo-se um “morto-vivo” durante as férias.
- Afirmou ter pedido ao presidente da Federação Francesa, Noël Le Graët, para abandonar a seleção, questionando se valia a pena jogar para quem o via como alvo.
- Le Graët terá argumentado que ele não poderia sair e que “esquece isso”, segundo Mbappé.
- Ainda assim, Mbappé regressou à seleção e foi titular no jogo frente à Bósnia em 1 de setembro de 2021.
Kylian Mbappé revelou, durante o podcast The Bridge, que sofreu insultos racistas após falhar um penálti diante da Suíça, em 28 de junho de 2021, o que ditou a eliminação da França aos oitavos no Euro. O episódio deixou marcas profundas no avançado.
O percursso do jogador ficou marcado pela pressão pública e pela agressão verbal dirigida a si. Mbappé disse ter feito da seleção a prioridade máxima, mas os ataques o fizeram questionar o significado de representar a França e o apoio que recebia do público.
O episódio ocorreu durante o Euro 2020, disputado em várias cidades europeias, com o jogo da França a acontecer em Bucharest. O contexto envolve a resposta a uma falha que gerou forte reação entre apoiantes e comentaristas.
Reação e desdobramentos
Mbappé relatou ainda que, nos dias a seguir, sentiu-se isolado e chegou a considerar abandonar a seleção. Reuniu-se com Noël Le Graët, então presidente da Federação Francesa, que não aceitou a hipótese de saída. O avançado continuou a treinar com a equipa.
No regresso aos relvados pela França, Mbappé entrou em campo a 1 de setembro de 2021, diante da Bósnia e Herzegovina. O caso expôs os impactos psicológicos de críticas dirigidas a atletas durante competições de alto nível.
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