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Confederação do Desporto exige reformas para reduzir atraso face à Europa

CDP defende reformas para profissionalizar federações e criar um Fundo de Desenvolvimento Desportivo com 15 milhões/ano, reduzindo a dependência de talentos

Confederação do Desporto exige reformas estruturais para atenuar "atraso" face à Europa
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  • O presidente da Confederação do Desporto de Portugal, Daniel Monteiro, disse que o setor está muito aquém da realidade europeia e defende reformas para profissionalizar as federações e reduzir a dependência do talento individual.
  • Oeiras acolheu um encontro com dirigentes que lideram federações internacionais, onde se destacou que o sucesso nacional resulta mais do esforço individual do que de políticas públicas.
  • A CDP aponta que a capacidade financeira das federações impede a contratação de quadros técnicos qualificados, deixando estruturas “pouco profissionais”.
  • Propõe-se financiar a mudança através da revisão do Regime Jurídico dos Jogos e Apostas Online, criando um Fundo de Desenvolvimento Desportivo alimentado por sete vírgula cinco por cento do imposto, para injectar quinze milhões de euros anualmente e promover investimento transversal.
  • O fundo seria gerido pelo Instituto Português do Desporto e Juventude, com o objetivo de profissionalizar associações e reforçar recursos humanos, em preparação para um grande encontro do desporto português durante a discussão do Orçamento do Estado para 2027.

O presidente da Confederação do Desporto de Portugal (CDP) afirmou que o setor continua muito aquém da média europeia, defendendo reformas para profissionalizar as federações e reduzir a dependência do talento individual. A avaliação foi feita após um encontro em Oeiras com dirigentes que lideram federações internacionais.

No encontro participaram figuras como Jorge Viegas, da Federação Internacional de Motociclismo, e António José Silva, da European Aquatics, entre outros. Daniel Monteiro apontou que os resultados no país têm dependido mais do esforço individual do que de políticas públicas.

A CDP defendeu mudanças na gestão financeira das federações, que ocupam menos profissionais qualificados por vão financeiro limitado. Defende-se passar de estruturas quase amadoras para estruturas profissionais capazes de atrair quadros qualificados.

Proposta de financiamento

A confederação apontou uma solução financeira para profissionalizar o setor: alterar o Regime Jurídico dos Jogos e Apostas Online, criando um Fundo de Desenvolvimento Desportivo alimentado por cerca de 7,5% do imposto das apostas. O objetivo é investir 15 milhões de euros por ano.

O fundo seria gerido pelo IPDJ, para assegurar que os recursos beneficiem todas as modalidades e não apenas as elites. A meta é estruturar o desenvolvimento desportivo de forma transversal.

Para prosseguir, a CDP anunciou a realização de um grande encontro do desporto português, ainda durante o período de discussão do Orçamento do Estado para 2027, com a participação de diversas federações e organizações internacionais.

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