- Gianluca Prestianni, jogador argentino do Benfica, quebrou o silêncio sobre o incidente com Vinícius Jr. no jogo Benfica-Real Madrid, negando ter proferido insultos racistas.
- Disse que o que mais o magoou foi a acusação de algo que jamais fez e que não reagiu às palavras de Mbappé, mantendo o foco no jogo.
- Revelou ter explicado a situação ao grupo do Benfica para evitar confusões entre os colegas.
- Confidenciou que a família ficou devastada pelas acusações e que o pai, presente no estádio, passou mal com o que disse foram fãs.
- Agradeceu ao Benfica pela confiança, elogiou o treinador José Mourinho e afirmou ter falado com a equipa para esclarecer a situação.
Gianluca Prestianni quebrou o silêncio sobre o incidente entre Benfica e Real Madrid, negando ter proferido insultos racistas a Vinícius Jr. Em entrevista à Telefe, o argentino referiu que o que mais o magoou foi ser acusado de algo que não fez e revelou ter explicado a situação ao grupo após o encontro.
O jogador do Benfica explicou que o sentimento principal foi a dor de ver desrespeito ao seu caráter, destacando o apoio interno do clube e dos companheiros, que, segundo ele, vale mais do que qualquer publicação nas redes sociais.
Sobre a acusação de Mbappé, Prestianni admitiu ter ouvido as palavras do francês durante o jogo, mas afirmou que, para ele, os insultos de futebol são comuns e não constituem racismo. Reiterou que nunca foi racista nem pretende ser.
Aos olhos do atleta, a situação também afetou a sua família, com receio de que pais e avós fossem expostos a ofensas. Recordou que, naquele momento, o pai esteve presente e viveu o ocorrido com grande emoção.
Também refletiu sobre a impossibilidade de jogar na segunda mão da eliminatória, dizendo que ficou muito sentido pela suspensão sem provas. Agradeceu ainda à equipa técnica do Benfica, que o apoiou para que pudesse retornar aos campo.
Prestianni elogiou Mourinho, classificando-o como um craque, e disse ter conversado com o corpo técnico e com os colegas para transmitir tranquilidade. Garantiu que o grupo o apoiou e que não houve discriminação entre jogadores da mesma cor de pele.
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