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Polícia investiga cânticos islamófobos durante Espanha-Egipto

Polícia investiga cânticos islamofóbicos em Espanha-Egipto em Barcelona; autoridades condenam o incidente e apelam a medidas para enfrentar o discurso de ódio

Mensagem que foi exibida no ecrã gigante do Estádio RCDE, durante o Espanha-Egipto
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  • A polícia espanhola abriu uma investigação a cânticos islamofóbicos e xenófobos supostamente proferidos no Estádio RCDE, em Barcelona, durante o jogo amigável entre Espanha e Egipto, que terminou 0-0.
  • No intervalo, surgiu no ecrã do recinto um aviso para que os adeptos não entoassem cânticos ofensivos contra muçulmanos ou grupos étnicos.
  • A Mossos d’Esquadra confirmou a investigação através de uma publicação na rede social X, comentando o caso.
  • O ministro da Justiça espanhol, Félix Bolaños, condenou os incidentes, dizendo que insultos racistas envergonham a sociedade; o selecionador espanhol, Luis de la Fuente, descreveu o ato como intolerável.
  • O jogador Lamine Yamal também criticou o sucedido, afirmando que usar a religião para deboche é intolerável; o jogo realizou-se em Barcelona após ter sido inicialmente marcado para o Qatar.

A polícia espanhola abriu uma investigação sobre cânticos islamofóbicos e xenófobos ocorridos durante o torneio amistoso entre Espanha e Egipto, no Estádio RCDE, em Barcelona. O jogo, disputado na primeira metade, terminou empatado a 0-0. No intervalo, surgiu um aviso no placar para que os adeptos evitassem cânticos ofensivos.

A ocorrência insere-se num ambiente tenso nas bancadas, com o hino do Egipto a ser assobiado. As autoridades locais comunicaram a abertura de investigações sobre o conteúdo dos cânticos proferidos pelos fãs espanhóis.

Investigação e reação oficial

A Polícia Regional da Catalunha, os Mossos d’Esquadra, confirmou que está a averiguar os relatos sobre cânticos islamofóbicos e xenófobos proferidos durante o encontro. A nota oficial foi publicada nas redes sociais da instituição.

O ministro da Justiça de Espanha, Félix Bolaños, condenou o sucedido, insistindo que insultos racistas envergonham a sociedade e que a extrema-direita não deve ganhar espaço para disseminar ódio. A autoridade salientou a necessidade de responsabilização dos envolvidos.

Contexto desportivo e declarações de protagonistas

O selecionador espanhol, Luís de la Fuente, classificou o episódio como intolerável e pediu medidas para afastar indivíduos violentos da sociedade. A equipa permanece firme na defesa de ambientes desportivos seguros, sem tolerância para discriminação.

O jogador Lamine Yamal também reagiu, descrevendo a situação como uma ofensa grave contra a religião e reconhecendo o comportamento como sinal de ignorância e racismo. O treinador de 64 anos defendeu ações firmes contra quem promove esse tipo de atitude.

Contexto organizacional e local do encontro

O Conselheiro do Desporto da Generalitat, Berni Álvarez, afirmou que o jogo deveria ter sido interrompido e que os avisos sonoros deveriam ter sido emitidos mais cedo. As declarações foram feitas à Cadena SER, destacando a gravidade do episódio.

Relocalização e dados logísticos

A partida decorreu em Barcelona, tendo sido originalmente marcada para o Qatar. O confronto entre Espanha e Egipto foi remanejado para Espanha devido a tensões no Médio Oriente, mantendo-se o formato de encontro amigável.

Fonte e alcance da investigação

O caso está a ser acompanhado pelas autoridades catalãs, com a Polícia Regional a confirmar a investigação dos cânticos proferidos no RCDE. As investigações visam identificar responsáveis e tomar as medidas cabíveis conforme a lei.

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