- O guarda-redes da Ucrânia, Trubin, recorda o golo ao Real Madrid na Luz, no último jogo da fase de grupo da Liga dos Campeões, com a vitória de 4-2.
- Diz que esse momento pode não repetir-se no Mundo por 100 anos e que, ao marcar, simplesmente correu, destacando o paradoxo da sua função.
- A semana trouxe também desilusão: na quarta-feira venceram o Real Madrid e no domingo empataram com o Tondela, ficando no fundo do poço.
- Hoje enfrenta a Suécia em jogo decisivo de apuramento para o Mundial, primeira presença desde 2006.
- Trubin admite que há muita responsabilidade e pressão psicológica nos 90 minutos (com prolongamento e penáltis possíveis) e destaca o desafio de chegar ao Mundial após 20 anos sem presença.
O guarda-redes Trubin recorda o golo diante do Real Madrid na Luz, que terminou com a vitória do Benfica por 4-2 na última jornada da fase de grupos da Liga dos Campeões. O feito tornou-se tema de discussão na Ucrânia, onde o momento é visto como único no espaço de futebol moderno. O jovem guarda‑redes descreveu o episódio como um paradoxo entre defender e marcar, enfatizando a surpresa do mundo a lembrar-se do golo em vez da carreira de defesa.
No mesmo contexto, o atleta comentou a sequência de emoções da semana: o pico de confiança com a vitória frente ao Real Madrid contrasta com a derrota recente, numa derrota que chamou de desilusão. O relato reforça que a semana foi marcada por altos e baixos, com impacto direto na confiança da equipa.
A grande responsabilidade frente à Suécia
Trubin, de 24 anos, tem pela frente um jogo decisivo contra a Suécia, que pode assegurar o apuramento da Ucrânia para o Mundial pela primeira vez desde 2006. O guarda-redes reconhece a pressão psicológica associada aos 90 minutos, possível prolongamento e penáltis, num encontro decisivo para o futuro da seleção.
A Ucrânia depende do resultado para confirmar o sonho de jogar o Mundial, repetindo um desafio histórico para o país. O guarda-redes destaca que há muitos jogadores ucranianos talentosos que ficaram fora de edições anteriores, tornando o presente ainda mais relevante para a seleção.
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