- Rodri afirmou que não impede jogar no Real Madrid no futuro, mesmo tendo passado pelo Atlético de Madrid, durante a pausa da seleção espanhola.
- O médio-defensivo do Manchester City tem contrato até 2027 e não descartou renovar ou regressar a jogar em Espanha.
- Sobre a Bola de Ouro de 2024, disse que respeita Vinícius Júnior e que a vitória depende de terceiros, sem se preparar para o prémio.
- Comentou o desempenho da Espanha sob Luís de la Fuente, destacando a necessidade de um grupo estável e a ambição de disputar o Mundial de 2026.
Rodri, jogador da seleção de Espanha, voltou a dizer que não fecha a porta a jogar um dia pelo Real Madrid, apesar de ter passado pelos rivais do Atlético de Madrid na formação e na época de 2018/19, antes de transferir-se para o Manchester City. O meio-campista-defensivo tem 29 anos e está de visita à equipa nacional durante a pausa para jogos internacionais.
Em entrevista transmitida pela rádio, Rodri explicou que ter representado o Atlético não impede uma futura ligação ao Real Madrid, destacando que existem exemplos de jogadores que percorreram esse caminho ao longo do tempo. Acrescentou que as conversas com o clube madrileno não passam diretamente por ele, mas pelo seu agente.
Sobre o atual vínculo com o Manchester City, o jogador confirmou que tem contrato até 2027 e que, em determinado momento, será necessário sentar-se para discutir uma possível renovação. Refletiu ainda sobre o desejo de regressar a tocar a ligatória espanhola, sem adiantar datas.
No registo desportivo, Rodri referiu ainda a disputa com Vinícius Júnior pela Bola de Ouro de 2024, destacando o respeito pelo colega do Real Madrid. Realçou que a decisão final cabe a terceiros e que, na gala, não se preparou com foco neste prémio, não sabendo se iria ganhar.
O médio insistiu na ideia de que a Espanha pode chegar ao Mundial de 2026 com um plantel sólido, após a vitória no Eu ropeu de 2024. Destacou a liderança clara sob o comando técnico de Luis de la Fuente e a importância de um bloco com melhoria contínua e aspiração. Concluiu que a seleção tem potencial para vencer o Mundial, sem deixar dúvidas sobre a capacidade da equipa.
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