- A febre pelos cromos da FIFA World Cup 2026, a última edição com selo Panini, tornou-se global.
- Em Portugal, milhares trocam e/ ou compram cromos, mesmo sem serem fãs fervorosos de futebol.
- A prática impulsionou esquemas fraudulentos, já reportados no Portal da Queixa.
- Os golpes dizem respeito à compra de pacotes e a trocas irregulares, com foco em cromos mais difíceis.
De um momento para o outro, a coleção de cromos do Mundial 2026, a última edição com selo da Panini, tornou-se numa febre global. Em Portugal e além fronteiras, milhares de pessoas entraram numa corrente de compra e troca frenética.
A procura intensa começou nos últimos dias, transformando os cromos em item de desejo para fãs e, para alguns, em oportunidade de negócio. A evolução do fenómeno gerou, desde já, relatos de tentativas de burlas e esquemas fraudulentos.
Diversos utilizadores têm reportado situações enganadoras no Portal da Queixa, incluindo ofertas suspeitas, clones de cromos e práticas de venda não transparentes. As queixas apontam para perdas financeiras e desfechos frustrantes para colecionadores.
Repercussões e resposta
Veteranos da área de colecionismo destacam que a popularidade pode atrair golpes, sobretudo entre quem ainda não domina o mercado de troca de cromos. Entidades de consumidores apelam a cautela, verificação de autenticidade e channels oficiais de compra.
Especialistas em mercado de colecionismo associam o fenómeno ao caráter sazonal da World Cup, que impulsiona a curiosidade de fãs e o impulso de adquirir séries completas. O contacto com plataformas seguras e a apreciação de edições oficiais são apontados como medidas preventivas.
O assunto permanece em desenvolvimento, com atualizações previstas sobre eventuais ações de aproveitadores e respostas das empresas envolvidas. Os leitores devem manter-se informados sobre novas denúncias e recomendações de segurança.
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