- Grupo de sócios do Boavista, Unidos Pelo Boavista, criou uma petição para convocar uma Assembleia Geral Extraordinária, com 176 das 250 assinaturas já reunidas.
- Objetivos da AGE: destituição da direção atual, nomeação de uma Comissão Administrativa transitória e mandato para negociar com a Administradora de Insolvência e credores.
- A ação envolve a saída da gestão após a Administradora de Insolvência ter decidido, a 18 de fevereiro, prescindir da coadjuvação da direção, por não ter sido feito o depósito de 96.000 euros aos credores e 54.180 euros em despesas de fevereiro.
- A iniciativa levanta ainda questões sobre a sobrevivência do clube, com donativos em curso, modalidades em colapso, promessas não cumpridas, o Estádio do Bessa abandonado e interditado, e credores a votar pela liquidação.
- O presidente Rui Garrido Pereira é citado como responsável por falar à imprensa e ignorar os sócios.
Um grupo de sócios do Boavista FC criou uma petição para convocar uma Assembleia Geral Extraordinária (AGE), com o objetivo de destituir a atual direção. O movimento, denominado Unidos Pelo Boavista, já tem um site dedicado onde se lê que foram alcançadas 176 das 250 assinaturas necessárias.
A reunião magna pretende debater a destituição da Direção, a nomeação de uma Comissão Administrativa transitória e a atribuição de mandato para negociar com a Administradora de Insolvência e com os credores. A iniciativa surge na sequência de problemas financeiros que levaram ao afastamento da gestão pela administradora.
Contexto financeiro e institucional
A Administradora de Insolvência decidiu, a 18 de fevereiro, prescindir da coadjuvação da Direção na gestão do clube após a falha no depósito de 96 000 euros aos credores e de 54 180 euros em despesas correntes de fevereiro. Os promotores da AGE apontam o facto de o clube depender de donativos, com as modalidades em queda, promessas não cumpridas e o Estádio do Bessa alegadamente abandonado e interditado. Os credores chegaram a votar pela liquidação, e apontam críticas ao presidente Rui Garrido Pereira, que acusa a imprensa e os sócios de desinformação.
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