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Manteigas exige punição ao FC Porto no caso dos emails

Manteigas exige punição desportiva ao FC Porto no caso dos emails, após condenação de 605 mil euros ao Benfica, com alerta sobre prescrição disciplinar

João Diogo Manteigas foi candidato nas últimas eleições do Benfica
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  • O advogado João Diogo Manteigas afirmou que, para além da decisão judicial, o F. C. Porto deve ser punido desportivamente e criticou o Benfica por não apresentar queixa no Conselho de Disciplina.
  • Manteigas sustenta que o Benfica confiou num alegado inquérito disciplinar de 2017 contra a F. C. Porto SAD que, na prática, nunca existiu.
  • O advogado refere um novo processo 73-2025/2026, aberto a 21 de março de 2026, contra a F. C. Porto SAD e o seu ex-diretor de comunicação.
  • Sobre eventual prescrição disciplinar, aponta que pode existir, e que a direção atual da federação já ter‑ia de responder, insinuando responsabilização ao clube abusador.
  • O caso relacionado com os emails levou à condenação do F. C. Porto a pagar ao Sport Lisboa e Benfica 605.300,90 euros, com potencial de liquidação de sentença, valor que o Benfica poderá usar conforme sugerido pelo advogado.

O advogado João Diogo Manteigas afirmou que, para além da decisão jurídica, o FC Porto deve ser punido também desportivamente. A crítica incidiu sobre o facto de o Benfica não ter apresentado queixa no Conselho de Disciplina.

A antiga candidatura presidencial do Benfica explicou que o clube confiou num alegado inquérito disciplinar de 2017 contra o FC Porto SAD, que, segundo diz, nunca terá existido. O posicionamento foi partilhado numa publicação em LinkedIn.

Manteigas recordou ainda que o Tribunal Constitucional condenou o FC Porto a pagar ao Benfica uma indemnização de 605 mil euros, decorrente do caso dos emails. O argumento central é que, na sua perspetiva, a punição desportiva não está assegurada.

O advogado acrescentou que existe possibilidade de prescrição disciplinar a favor de um clube que, na ótica dele, cometeu irregularidades. Questionou se a Federação Portuguesa de Futebol e o atual presidente terão a coragem de responsabilizar quem prejudicou direta ou indiretamente o Benfica.

Além disso, Manteigas recuou ao ano passado para referir condenações anteriores ligadas ao caso. Recordou que, em 2025, houve uma condenação com pena suspensa envolvendo indivíduos que tenham manipulado informação relacionada com o Benfica.

O tom do texto aponta para uma sugestão: que a indemnização de 605.300,90 euros possa ser, no futuro, canalizada para fins de integridade desportiva. O autor sugeriu ainda a participação da Fundação Benfica na promoção de integridade e transparência no desporto, através de uma organização internacional.

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