- A CAF decidiu atribuir a vitória da final da CAN à seleção marroquina, apesar de o Senegal ter vencido por 1-0 no terreno.
- A decisão continua a gerar polémica e promete ter consequências adicionais.
- Pathé Ciss, jogador senegalês que ficou no banco durante a final, afirmou estar feliz e mostrou a medalha comigo.
- A CAF justificou a decisão com o artigo 82 dos regulamentos da CAN, que pune recusa de entrar em campo ou abandono do relvado sem permissão do árbitro.
- O incidente aconteceu quando o selecionador sénégalês incentivou os jogadores a abandonar o relvado após um penálti para o Marrocos, minutos antes do golo que estaria em jogo.
A Confederação Africana de Futebol (CAF) deu continuidade à controvérsia sobre a final da CAN, atribuindo a vitória à seleção marroquina, mesmo após a derrota do Senegal por 1-0. O jogo decorreu no estádio Príncipe Moulay Abdallah, em Rabat, na última edição do torneio. A decisão mantém o que já foi anunciado pela CAF, sem alterações anunciadas.
A CAF justificou o veredito com base no artigo 82 dos regulamentos da CAN, que prevê derrota para a equipa que não entrar em campo ou que abandone o relvado sem permissão do árbitro. O Senegal deixou o estádio nos momentos finais, após um penálti marcado a favor de Marrocos. O episódio ocorreu antes do apito final.
Pathé Ciss, jogador senegalês que não atuou na final, revelou estar satisfeito com a medalha que ainda carrega no plantel, após uma partida da sua equipa, o Rayo Vallecano, frente ao Samsunspor. A notícia chega num contexto de contestação à decisão da CAF, gerando reação entre adeptos e dirigentes.
Desdobramentos e reação
Especialistas apontam que a decisão pode abrir precedentes para futuras finais controversas. Enquanto isso, o Senegal continua a contestar o veredito com recursos pendentes e declarações públicas de representantes da federação. A CAF já indicou que não tem intenções de reverter a decisão no momento.
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