- A Federação Portuguesa de Futebol apresentou na Cidade do Futebol, em Oeiras, oito microplanos do Plano Estratégico 2024-2036 e o Plano Nacional da Arbitragem.
- Estiveram presentes o selecionador nacional masculino, o selecionador nacional feminino, o coordenador técnico do futebol de praia e o selecionador de futsal, com o evento iniciado por Pedro Proença.
- Pedro Proença disse que o plano estratégico é um marco para o futuro do futebol português e que o desporto está a entrar numa fase decisiva.
- Óscar Tojo apresentou os oito microplanos setoriais: futsal, seleções de formação, futebol feminino, futebol de praia, Walking Football, Scouting e Inteligência Desportiva, Formação de treinadores e Promoção e Desenvolvimento Regional.
- João Aragão e Pina apresentaram o Plano Nacional de Arbitragem, com objetivo de triplicar o número de árbitros para treze mil até 2036; o evento terminou com um debate entre os selecionadores sobre a convocatória e o futuro da equipa.
A Federação Portuguesa de Futebol (FPF) apresentou, nesta quinta-feira, na Cidade do Futebol, em Oeiras, os oito microplanos do Plano Estratégico 2024-2036, bem como o Plano Nacional da Arbitragem. O evento teve a participação de José Martinho, Roberto Martínez, Francisco Neto, Madjer e Jorge Braz, com início marcado por um discurso de Pedro Proença.
Proença destacou a importância do Plano Estratégico para o futebol nacional, referindo que o futuro do desporto se define a partir de agora na Cidade do Futebol. O presidente da FPF apontou o documento como marco para a próxima década e reiterou o compromisso em desenvolver o futebol com melhores dirigentes e agentes.
Óscar Tojo, diretor técnico nacional, apresentou os oito microplanos setoriais: futsal, seleções de formação, futebol feminino, futebol de praia, Walking Football, Scouting e Inteligência Desportiva, formação de treinadores e promoção e desenvolvimento regional. O objetivo é aumentar o número de praticantes e investir em pessoal e infraestruturas.
Plano Nacional da Arbitragem
João Aragão e Pina, coordenador pedagógico, deram a conhecer o Plano Nacional de Arbitragem. O objetivo é triplicar o número de juízes nacionais, de forma a alcançar 13 mil árbitros até 2036. O foco está na melhoria de formação, captação e integração dos árbitros no quadro nacional.
O evento terminou com um debate entre os selecionadores presentes. Martínez afirmou que o Plano Estratégico traz clareza e condiciona a preparação da convocatória para os jogos seguintes, destacando encontros com o México e os Estados Unidos.
Neto, treinador da seleção feminina, explicou que o setor não assume promessas de títulos a curto prazo, mas aponta progressos a médio prazo, com vias de evolução competitiva. Madjer salientou a importância do documento para o futebol de praia, enquanto Braz sublinhou a necessidade de alinhamento entre departamentos da Federação para aproximar o sucesso.
Recorde-se que a apresentação dos microplanos é a segunda fase do Plano Estratégico 2024-36, lançado a 24 de fevereiro, marcando um ano de mandato de Pedro Proença na FPF.
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