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FIFA fala em compromisso com a paz, mas não atua sobre Irão e Palestina

FIFA reitera compromisso com a paz, sem tomar posição sobre Irão ou Palestina, apontando receitas recorde e maior investimento no futebol

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  • A FIFA reiterou o seu compromisso com a paz, pretendendo promover o futebol como forma de unir pessoas, sem se posicionar sobre o Irão nem sobre a Palestina.
  • O presidente Gianni Infantino afirmou que a FIFA não pode resolver conflitos geopolíticos, mas quer usar o Mundial para construir pontes e apoiar quem sofre com guerras em curso.
  • A federação do Irão pediu que três jogos do Mundial fossem disputados no México, citando dificuldades de vistos e de cooperação logística; a presidente iraniana validou a solução.
  • A FIFA prevê receitas de cerca de 12 mil milhões de euros para 2027-2030 e pretende reinvestir, com o programa FIFA Forward a receber cerca de 2,35 mil milhões de euros e mais apoio às federações nacionais.
  • Será realizado um congresso extraordinário para atribuição dos Mundiais femininos de 2031 e 2035; a edição de 2031 terá 48 equipas e haverá medidas para garantir presença feminina na equipa técnica e médica em competições femininas.

A FIFA reiterou o seu compromisso firme com a paz, destacando o papel do futebol para unir pessoas em tempos de turbulência geopolítica. A declaração foi feita após a reunião do Conselho do organismo. O foco ficou em promover pontes e respeito, sem abrir resposta direta às crises em curso.

O presidente Gianni Infantino afirmou que a FIFA não pode resolver conflitos geopolíticos, mas pode usar o futebol para promover a paz. O comunicado também expressou solidariedade a quem sofre com guerras em curso, sem comentar ações específicas de países em conflito.

Questões geopolíticas em segundo plano

A Federação Iraniana pediu alterações logísticas para o Mundial, incluindo o envio de jogos ao México, devido a vistos e dificuldades de cooperação com autoridades norte-americanas. A proposta foi validada pela presidente do Irão e não houve adesão direta da FIFA a medidas sobre o tema.

A FIFA evitou tomar posição sobre a possível participação de clubes israelitas em competições sediadas em território palestiniano, citando a complexidade jurídica da Cisjordânia. O organismo reiterou a promoção do diálogo entre as associações da Palestina e de Israel.

Futuras receitas e investimento

A FIFA prevê receitas em torno de 12 mil milhões de euros para 2027-2030 e planeia reinvestir no futebol mundial. O aumento de apoio às federações nacionais é estimado em até oito vezes comparado ao período anterior a 2016, através do programa FIFA Forward.

O programa Forward deverá receber cerca de 2,35 mil milhões de euros, com foco em melhorar infraestruturas, tecnologia e oportunidades competitivas para jogadores de todos os géneros. A gestão visa resultados concretos para clubes e base.

Competições femininas e igualdade de género

A FIFA anunciará a organização de congressos extraordinários para as Copas do Mundo femininas de 2031 e 2035, com candidaturas conjuntas já definidas. A edição de 2031 deverá incluir 48 equipas, igualando a estrutura prevista para o Mundial masculino.

Para promover a igualdade de género, as competições femininas passarão a exigir que haja preferência de treinadoras principais ou pelo menos uma treinadora-adjunta, médica e oficiais femininos no banco de suplentes.

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