- Na Taça da Rainha, Atlético de Madrid bateu o Tenerife por 1-0, com a segunda mão das meias-finais a ficar marcada por uma acusação de racismo.
- Aos 89 minutos, Noelia Ramos Álvarez, jogadora do Tenerife, afirmou ter ouvido Giovana/ Giovana Garbelini (jogadora do Atlético) dirigir-se a Dembele Fatou com o termo “preta”. A árbitra Olatz Rivera Olmedo ativou o protocolo antirracismo.
- A árbitra relatou que a expressão não foi ouvida pelos restantes elementos da equipa de arbitragem, e o jogo ficou interrompido durante cinco minutos.
- No final do encontro ocorreu um desentendimento entre as equipas no túnel de acesso aos balneários.
- A jogadora do Atlético Madrid negou as acusações e afirmou que vai colaborar no que for necessário.
A meia-final da Taça da Rainha, entre o Atlético de Madrid e o Tenerife, acabou com uma vitória do conjunto espanhol por 1-0. O incidente ocorreu aos 89 minutos, quando alegações de racismo ficaram em cima da mesa entre atletas das duas equipas. O jogo realizou-se em território espanhol.
O árbitro Noelia Ramos Álvarez reportou que o treinador de o Tenerife informou ter ouvido uma jogadora do Atlético dirigir-se a Dembele Fatou com o termo referido. A juíza explicou que ativou o protocolo anti-racismo e que a partida ficou interrompida durante cinco minutos. O relatório oficial descreve os factos ocorridos nesse momento.
Desdobramentos
Ao final do encontro, já no balneário, verificou-se um desentendimento entre jogadores do Atlético e do Tenerife no túnel de acesso aos balneários.
Reação e próximos passos
A jogadora do Atlético Madrid, Gio Garbelini, negou as acusações e afirmou que colaborará no que for necessário para esclarecer o caso. A equipa técnica do Tenerife não se pronunciou publicamente até ao momento.
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