- O Estugarda enfrenta o FC Porto, nesta quinta-feira, na segunda mão dos oitavos de final da Liga Europa, após percalço por 2-1 na primeira mão.
- Deniz Undav, que marcou o golo alemão, diz que o resultado é difícil de digerir e que é necessário vencer por dois golos para seguir em frente.
- O avançado afirma que não haverá influências exteriores do ambiente do Dragão e que é essencial manter a cabeça fria durante o jogo decisivo.
- A equipa está determinada a passar aos quartos e quer ganhar todos os duelos contra o Porto, mantendo concentração e foco no objetivo coletivo.
- Sobre a hipótese de ser convocado pela seleção da Alemanha, Undav diz que não há surpresa e que o foco continua no jogo contra o Porto.
O Estugarda entra em campo esta quinta-feira frente ao FC Porto, naquilo que é o jogo decisivo da eliminatória dos oitavos da Liga Europa. A equipa está em desvantagem por 2-1 após a primeira mão, com Deniz Undav a assumir a importância de manter a cabeça fria para seguir em frente.
O ponta-de-lança, de 29 anos, afirma que não teme o ambiente em Portugal, apesar de prever um estádio cheio e uma atmosfera tensa. Já jogou em ambientes exigentes, como o Santiago Bernabéu e a de Turim, e não espera influências externas no jogo no Dragão.
Undav revela ainda que a convocatória para a seleção alemã não o distrai: a equipa treinou normalmente e o foco está no encontro, em que é necessário vencer por dois golos. O avançado recorda que os duelos com o Porto na Alemanha ajudaram a preparar o Stuttgart para esta atuação.
Estado emocional e preparação
A equipa está unida e com o objetivo claro de passar aos quartos de final. O grupo não revelou rituais específicos, mas mantém a firmeza de alcançar o resultado desejado, ciente de que o jogo terá de ser disputado a alta intensidade.
O jogador explica que o foco recai na gestão da bola e na tomada de decisões certas durante o encontro. Reconhece que o FC Porto é um adversário com qualidade, mas confia que a equipa possa dominar os duelos e criar oportunidades para vencer por dois golos.
Undav admite que alguns jogos geram maior nervosismo, mas assegura que isso não afeta o seu desempenho de forma significativa. Conta que entra em campo preparado e que a concentração só começa quando o árbitro apita, sem necessidade de rituais ou preparações extras.
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