- A equipa feminina do Sp. Braga entra em desvantagem de 1-0 na meia-final da Taça de Portugal, após a primeiro jogo, e joga a segunda mão no Seixal na quarta-feira, com intenção de dar a volta.
- O treinador Marwin Bolz afirmou que é uma meia-final em que tudo pode acontecer e que querem que o Benfica sinta a pressão da eliminatória.
- Bolz disse ainda que a equipa vai manter a intensidade e criar oportunidades para demonstrar que pode vencer de novo.
- O alemão espera uma vitória dura, com a equipa a lutar por cada metro e por cada bola dentro de campo.
- Ana Rute também acredita na final, admitindo a desvantagem mas confiante na qualidade do grupo e na margem de recuperação, ciente de que será um jogo difícil.
O Sp. Braga feminino confia numa reviravolta na meia-final da Taça de Portugal diante do Benfica, após a derrota na primeira mão. A equipa sabe que é possível dar a volta na segunda-mão, marcada para o Seixal, na quarta-feira.
O treinador Marwin Bolz delineou a estratégia para o jogo decisivo: manter a intensidade, pressionar o adversário e impor uma mentalidade vencedora. O objetivo é demonstrar consistência e explorar cada oportunidade para virar a eliminatória.
Bolz enfatizou a necessidade de uma atuação firme no relvado, com a equipa a lutar por cada bola e por cada metro. Relembrou que a primeira mão mostrou boas prestações e várias ocasiões que podem repetir-se.
Ana Rute, jogadora do Braga, também encara o encontro como uma oportunidade de final, apesar da desvantagem. O grupo tem trabalhado com foco para revertê-la, reconhecendo a dificuldade, mas mantendo a ambição de vencer e seguir em frente.
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