- O Conselho de Disciplina absolveu Morten Hjulmand, recusando a queixa do FC Porto entre o jogo frente ao AVS para a Taça de Portugal.
- A acusação era de que o capitão do Sporting teria dado um pontapé na cara de Tiago Galletto.
- A decisão manteve o lance como impossível de reverter pela disciplina, de acordo com o princípio do “field of play doctrine”.
- Os testemunhos da equipa de arbitragem liderada por André Narciso, com Bruno Esteves na videovigilância (VAR), foram decisivos.
- Bruno Esteves afirmou, por escrito, manter o juízo inicial de que o lance não se enquadra em incidentes passíveis de revisão segundo o protocolo VAR.
O Conselho de Disciplina absolveu Morten Hjulmand, capitão do Sporting, da queixa apresentada pelo FC Porto. O clube encostou o jogador ao acto de agressão com um pontapé a Tiago Galletto, durante o encontro diante do AVS para a Taça de Portugal. A decisão mantém a percepção de que não houve infração.
O CD explicou ter aplicado o princípio do “field of play doctrine”, assegurando que a decisão tomada em campo não pode ser alterada pelas instâncias disciplinares. O que aconteceu em campo ficou sem respaldo para revisão subsequente.
A instrução do processo contou com os testemunhos da equipa de arbitragem liderada por André Narciso, com Bruno Esteves na VAR. Questionou-se se tiveram acesso à jogada na totalidade e se mantinham a avaliação inicial.
Bruno Esteves respondeu, por escrito, que após nova visualização das imagens anexas manteve o juízo de que o lance não se enquadra em nenhuma das categorias de incidentes passíveis de revisão, conforme o protocolo VAR.
Decisão e fundamentos
A decisão do CD, ao seguir a orientação do corpo arbitral, impede a queixa do FC Porto de resultar em punição para o capitão do Sporting. O caso mantém-se encerrado no que diz respeito ao cartão ou à expulsão.
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