- O guarda-redes alemão Ter Stegen, emprestado pelo Barcelona ao Girona, não pôde votar nas eleições do Barcelona porque o seu nome não constava nos cadernos eleitorais do clube.
- A troca de jogadores entre Barcelona e Girona está envolta em tensões, com o jogador a não constar nos registos oficiais do clube.
- O Barcelona abriu um processo disciplinar contra Ter Stegen no início da temporada, após o futebolista se recusar a assinar um documento de dados médicos para a Liga.
- Esse documento visava impedir a inscrição do atual titular, Joan García, na equipa.
Em dia de eleições no Barcelona, o guarda-redes alemão Ter Stegen, emprestado aos rivais do Girona, foi impedido de votar porque o seu nome não constava nos cadernos eleitorais do clube. A situação ocorreu durante o processo eleitoral do clube.
Segundo fontes próximas do caso, a ausência do nome de Stegen nos registos impediu-lhe a participação nas votações previstas para o dia. Não houve registo de qualquer alteração pública ao estado do jogador no clube.
A relação entre Ter Stegen e o Barcelona tem sido tida como tensa, com o clube a abrir um processo disciplinar ao guarda-redes no início da temporada. O motivo, alegadamente, foi a recusa em assinar um documento de dados médicos a entregar à La Liga, documento que, se assinado, poderia ter influenciado a inscrição do atual titular Joan García.
Contexto disciplinar e implicações
- A decisão de não seguir o procedimento médico utilizado pela Liga gerou controvérsia interna no clube.
- A instituição manteve a posição de reportar apenas fatos oficiais, sem comentar possíveis consequências futuras para o jogador ou para a hierarquia de guarda-redes.
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