- Mário Branco foi ao balneário da equipa de arbitragem, liderada por José Bessa, para manifestar desagrado pelo desempenho no Arouca-Benfica.
- O diretor-geral do Benfica alegou diferença de critérios entre o árbitro e o encontro, apontando insatisfação com decisões tomadas durante o jogo.
- Alegou que António Silva recebeu cartão amarelo quando se aproximava do árbitro, mesmo sem ter proferido qualquer reclamação, o que o afastaria do próximo encontro frente ao V. Guimarães.
- O incidente inclui a atuação de Dahl, a quem Bessa terá mandado recuar aos 14 minutos, num lance em que o sueco se aproximava de um jogador do Arouca que estava no chão.
- O queixa de Mário Branco deverá ficar registada no relatório do árbitro, segundo as informações disponíveis.
Mário Branco, diretor-geral do Benfica, foi ao balneário da equipa de arbitragem, liderada por José Bessa, da AF Porto, no final do encontro Arouca-Benfica para apresentar o desagrado sobre o desempenho do árbitro. A atuação suscitou dúvidas entre a comitiva encarnada.
O dirigente apontou uma alegada diferença de critérios por parte de José Bessa, que dirigiu o jogo em Arouca. O queixoso considerou injustiça perceptível na leitura de lances decisivos ao longo da partida.
Entre os pontos de insatisfação, destaca-se o cartão amarelo mostrado a António Silva, capitão do Benfica, quando se aproximava do árbitro, sem ter proferido palavras. Essa decisão deixa o defesa fora do próximo desafio frente ao V. Guimarães.
Outro ponto referido envolve Dahl, que recebeu um “chega para lá” de Bessa aos 14 minutos, quando o sueco se movia na direção de um jogador do Arouca que se encontrava no chão. O incidente ficará registado no relatório do árbitro de 30 anos.
O episódio é enquadrado pela direção benfiquista como uma manifestação de descontentamento com o comportamento da equipa de arbitragem durante o jogo. Não houve declarações oficiais adicionais por parte do Benfica até ao momento.
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