- Portugal defronta a Geórgia na final do Rugby Europe Championship este domingo, em Leganés, Madrid, no estádio municipal de Butarque.
- O capitão José Madeira afirmou que é essencial serem eles próprios, com ADN da equipa, jogo rápido e a ganhar as colisões desde o início.
- A Geórgia é a seleção com mais títulos europeus (17 em 23 edições) e Portugal não a vence desde fevereiro de 2005, com quatro empates nesse período.
- Madeira destacou que a Geórgia atual é jovem, muito poderosa fisicamente e com muitos jogadores talentosos; Portugal está preparado para o desafio físico.
- Madeira faz no domingo 50 jogos pela seleção e pediu aos adeptos que apoiem em Madrid, seja na bancada ou em casa.
Portugal defronta a Geórgia na final do Rugby Europe Championship (REC) neste domingo, em Madrid, no estádio municipal de Leganés (Butarque). A final é a quinta desde 2010, disputada pela terceira vez nos últimos quatro anos entre as duas seleções. O objetivo é vencer o segundo título no REC.
O capitão José Madeira afirmou, em Madrid, que a equipa se mantém focada no próprio desempenho e entra com a ambição de ganhar a final. O selecionado português enfrenta uma Geórgia considerada muito poderosa fisicamente e com jogadores de grande talento.
A Geórgia é a seleção com mais títulos europeus no rugby, tendo conquistado 17 de 23 edições. Portugal não vence a Geórgia desde 2005, com quatro empates desde então. Madeira destacou a importância de manter o ADN do ataque rápido e dominar as disputas de contacto.
Detalhes da Final e Perspetivas
Madeira disse que a seleção está preparada para o desafio físico da final e para enfrentar uma equipa jovem da Geórgia, com várias opções de ataque. Portugal chegou à final após vencer a Espanha nas meias-finais, num jogo em que a defesa foi determinante.
O capitão sublinhou ainda que o triunfo depende da capacidade de manter a disciplina e de capitalizar as oportunidades, frente a uma adversária com muitos pontos fortes. O jogo está agendado para domingo, em Leganés, com apoio de adeptos nacionais a partir das bancadas e, para quem não puder viajar, com apoio em casa.
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