- O snowboarder Diogo Carmona classificou a participação nos Jogos Paralímpicos de Inverno Milão-Cortina 2026 como muito importante e especial, ficando em 18.º lugar no banked slalom SB-LL2.
- Carmona, de 28 anos, perdeu parte da perna esquerda após ser atropelado por um comboio em 2019, e disse que o percurso feito foi mais significativo do que o resultado.
- Na prova, Carmona registou 1.16,58 minutos na primeira descida e 1.07,52 na segunda, com o melhor tempo a definir a classificação final.
- O ouro ficou com o italiano Emanuel Perathoner, seguido pelo suíço Fabrice von Gruenigen e pelo australiano Ben Tudhope.
- O chefe da missão portuguesa, Pedro Flávio, afirmou que a estreia nacional é motivo de orgulho e que o desporto adaptado de inverno tem perspetivas de crescimento, com foco em identificar mais atletas.
Diogo Carmona considera a participação nos Jogos Paralímpicos de Inverno um momento marcante e especial, embora o 18.º lugar no banked slalom SB-LL2 tenha ficado aquém do esperado. O atleta português está a assimilar a experiência como paralímpico.
O snowboarder, de 28 anos, perdeu parte da perna esquerda em 2019 após ser atropelado por um comboio. Para ele, o que mais importa é o percurso desenvolvido ao longo de três anos de trabalho.
A competição foi antecipada para sexta-feira, o que reduziu um dia de treino. Carmona pode ter sentido esse ajuste, mas afirmou ter chegado preparado para as duas descidas, que marcaram o estágio final da formação.
Foco no marco histórico
Para a missão portuguesa em Milão-Cortina, o chefe de contingente, Pedro Flávio, sublinhou que a estreia nacional é motivo de orgulho e sinaliza potencial para o desporto adaptado de inverno, com planos de identificar mais atletas.
Carmona concluiu a prova com tempos de 1.16,58 e 1.07,52 minutos, somando o 18.º lugar entre 20 concorrentes. O ouro ficou com Emanuel Perathoner, seguido por Fabrice von Gruenigen e Ben Tudhope.
Milão-Cortina2026 reúne mais de 650 atletas de 50 países, incluindo a Rússia e a Bielorrússia, que competem pela primeira vez desde 2022 com apresentação dos símbolos nacionais, sob o regulamento vigente.
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