- Costa, antigo jogador do FC Porto e ex-scout do Eintracht Frankfurt, analisa o adversário do Porto desta quinta-feira e concedeu entrevista ao Jornal de Notícias.
- Diz que um jogo na Alemanha é muito físico, com jogadores rápidos e intensos; destaca o Estugarda (Stuttgart) como equipa que defende bem, mas também joga curto e em transições.
- Aponta as principais peças: Leweling e Fuhrich nos extremos, Angelo Stieller no meio-campo e Undav no ataque, com Demirovic a completar o ataque.
- Realça a mentalidade alemã de não desistir quando estão a perder e cita o jogo frente ao Mainz, em que viraram o marcador nos últimos minutos.
- Sugere que o FC Porto deve explorar os espaços criados pela pressão alta do Stuttgart, evitar muitas mexidas no onze e manter equilíbrio para não facilitar o jogo a Stuttgart.
O olheiro do Schalke 04 alerta para dificuldades potenciais do FC Porto se a rotação de jogadores for excessiva. O antigo jogador, que já foi parte do Eintracht Frankfurt, analisa o adversário da equipa azul e branco nesta fase da competição. A análise foca-se no estilo de jogo alemão apresentado pelo Estugarda, o rival na próxima eliminatória.
Segundo Costa, o futebol alemão tende a ser físico, com jogadores de perfil alto, fortes, rápidos e intensos. O Estugarda, porém, não é apenas uma equipa de pressão direta, mantendo organização defensiva e, ao mesmo tempo, saída com velocidade. O plantel alemão aposta também em jogos partidos e transições rápidas.
Entre os principais atletas, o ex-jogador aponta Leweling e Fuhrich como extremos verticais, Stieller no meio-campo como responsável pela organização e Undav como finalizador, com Demirovic a jogar por vezes atrás do ponta de lança. O técnico Sebastian Hoeness transmite uma mentalidade de equipa que não desanima quando está a perder, segundo a análise.
Estilo e dinâmica do Estugarda
Costa enfatiza que o Estugarda pressiona com rapidez e recupera bolas de forma eficiente, o que pode abrir espaços para o Porto explorar. No entanto, o treinador Francesco Farioli não deve mexer em demasia na equipa, para não perder coesão defensiva e equilíbrio no lance. Lesões no ataque também podem impactar a estratégia.
Caso o Porto entre em campo com o mesmo formato do início do clássico com o Benfica, poderá ter vantagens sobre lacunas do Estugarda, desde que não exista rotação excessiva que fragilize o onze. A análise aponta para uma partida em que os detalhes táticos poderão decidir a eliminatória, com o Porto buscando aproveitar transições rápidas quando o Estugarda não recuperar a tempo.
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